GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA – Licenciatura

ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

(Ingressantes 2010)

 

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO.

CAPÍTULO I – DA CARACTERIZAÇÃO

Art. 1º- A Prática Pedagógica e o Estágio Curricular Supervisionado do curso de História da Universidade Estadual do Norte do Paraná têm seu funcionamento disciplinado pelo presente regulamento, levando em consideração o estabelecido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº. 9394, de 20/12/1996, e o disposto no Parecer do Conselho Nacional de Educação nº. 1/2002, de 18/02/2002 e o disposto no Parecer do Conselho Nacional de Educação/CP, de 19/02/2002.

Art. 2º - O estágio curricular supervisionado e a prática pedagógica são de natureza essencialmente pedagógica e teórico-prática, sendo componentes obrigatórios da organização curricular do curso de Licenciatura em História desta instituição.

Parágrafo 2º - As disciplinas supra referidas incluem as atividades práticas e o estágio supervisionado, condizentes com a formação específica oferecida pela licenciatura e os conteúdos teóricos, imprescindíveis a fundamentá-la e a explicitá-la.1

Art. 3º - A carga-horária total do estágio curricular supervisionado não pode ser inferior a quatrocentas (400) horas.

Art. 4º - A carga da prática curricular não pode ser inferior a quatrocentas (400) horas.

CAPÍTULO II – DOS OBJETIVOS

Art. 5º - A realização da prática pedagógica curricular e do estágio curricular supervisionado têm por objetivos:

I – viabilizar a integração dos alunos do curso de História com a realidade das instituições de Ensino Fundamental e de Ensino Médio, local e regional, por meio de observação e participação;

II favorecer a efetiva participação do aluno em situações reais de trabalho;

III – oportunizar o desenvolvimento de alternativas didáticas e a aplicação de recursos necessários à prática docente voltada a diferentes competências e habilidades, faixas etárias e níveis de escolaridade;

IV – orientar a elaboração de planos de ação pedagógica, embasados na realidade escolar, assim como sua execução, possibilitando a avaliação crítica do processo empreendido;

V – possibilitar que as práticas pedagógicas sejam vivenciadas, consciente e criticamente, de forma a sensibilizar o aluno quanto à necessidade da contínua busca e produção de conhecimento com vistas ao desenvolvimento de sua competência profissional;

CAPÍTULO III - CARGA HORÁRIA

Art. 6º- A distribuição da carga horária obrigatória da prática de ensino (sob a forma de estágio supervisionado), deve ficar a critério do supervisor de estágio e pode ser cumprida através de atividades de observação, participação, direção de projetos de ensino, extensão e pesquisa, este último redundando em atividades pedagógicas ou aplicação de metodologias de ensino.

Art. 7º- As atividades de estágio deverão contemplar as áreas de atuação do futuro professor, ou seja, 6º ao 9° anos do ensino fundamental e o ensino médio, sendo que no 3º ano, o acadêmico realizará estágio junto às turmas do ensino Fundamental e no 4º ano, no ensino Médio.

Art. 8º- A carga horária total de estágio supervisionado, no curso de História, deverá ser de 400 (quatrocentas) horas, compreendendo 200 horas para o 3º ano e 200 horas para o 4º ano.

Parágrafo único. No mínimo, 50% da carga horária de estágio deve ser cumprida em atividades de observação, participação e direção de aulas.

CAPÍTULO IV – DO CAMPO DE ESTÁGIO

Art. 9º -Constituem campos de estágio as instituições de ensino público, devidamente regularizadas junto à Secretaria de Educação do Estado ou órgão semelhante desde que:

I - assegurem o planejamento e a execução conjunta das atividades de estágio;

II - concordem quanto às condições de supervisão e de avaliação das atividades de estágio, em conformidade com este regulamento.

CAPÍTULO VI - FORMALIZAÇÃO DO ESTÁGIO

Art. 22 - A formalização do estágio compreende as seguintes etapas:

I – escolha dos estabelecimentos de ensino, pelo estagiário, onde deverá realizar seu estágio;

II - solicitação, na Secretaria da Faculdade, de ofício que encaminhe o estagiário à instituição escolhida;

III – de posse do ofício, do Termo de Compromisso e de um Termo de Aceite, o graduando deve apresentar-se na instituição escolhida;

IV – o estágio deve ser desenvolvido no máximo em três turmas.

CAPÍTULO VII – DA ORGANIZAÇÃO E DO FUNCIONAMENTO

Art. 23 - As atividades da prática pedagógica curricular e do estágio curricular supervisionado envolvem a atuação dos professores, do acadêmico estagiário e do supervisor de campo.

Parágrafo 1º - Os professores coordenadores das atividades de estágio supervisionado e/ou de prática pedagógica serão os docentes responsáveis pelas disciplinas pertinentes a tais atividades.

Parágrafo 2º - O supervisor de campo é o responsável em atender o estagiário na Instituição junto a qual se realiza o estágio.

Art. 24 - A Prática Pedagógica, é realizada desde o início do curso.

Art. 25 - O estágio curricular supervisionado, incluindo abordagens teóricas e atividades práticas, é realizado, sequencialmente, a partir do terceiro ano letivo do curso.

Parágrafo 1º - O cumprimento do estágio e/ou da prática pedagógica, relativo a um período letivo, constitui-se como pré-requisito obrigatório para a aprovação na disciplina.

Art. 26 - O acadêmico estagiário está automaticamente inscrito para a realização de seu estágio curricular e essa inscrição é renovada, anualmente, ao ter sua matrícula efetivada no ano letivo.

Art. 27 - As atividades da prática pedagógica e do estágio curricular supervisionado, a critério do professor orientador de estágio, podem ser cumpridas, individualmente ou por equipes de acadêmicos estagiários, desde que se assegure a participação efetiva de cada integrante, no conjunto das ações previstas.

Art. 28 - Ao professor coordenador de estágio supervisionado compete:

I – propor a quem de direito, a celebração de convênios que permitam a realização do estágio curricular supervisionado;

II – deliberar sobre os casos omissos neste regulamento, ouvido o colegiado do curso;

III – homologar disposições complementares a este regulamento, para a realização das atividades relativas às de prática pedagógica e à disciplina de Prática do Ensino de História;

IV - homologar os resultados finais da disciplina;

V - encaminhar, oficialmente, os acadêmicos estagiários aos respectivos campos de estágio;

VI - assinar certidões e/ou declarações relacionadas ao estágio curricular supervisionado;

VII - arquivar os relatórios finais do estágio curricular supervisionado;

VIII – estabelecer estratégia junto às entidades envolvidas na prática pedagógica e no estágio curricular supervisionado, em favor de sua permanente motivação, para aceitação e absorção dos acadêmicos estagiários;

IX – apresentar proposta(s) de atividades que atendam os objetivos do estágio curricular supervisionado;

X – organizar e divulgar o cronograma do estágio

XI – orientar os acadêmicos estagiários no planejamento e na execução das atividades docentes;

XII – informar o estagiário sobre as normas, procedimentos e critérios de avaliação da prática pedagógica e de estágio;

XIII – proporcionar atendimento individualizado e coletivo aos acadêmicos estagiários, planejando com eles todo o trabalho a ser desenvolvido, replanejando-o, sempre que necessário, mediante contínua avaliação ao longo do processo;

XIV – supervisionar as atividades do acadêmico estagiário, em campo;

XV – indicar fontes de pesquisa e de consulta necessárias à solução das dificuldades encontradas na execução do estágio curricular supervisionado;

XVI – providenciar as solicitações dos acadêmicos estagiários por documentos comprobatórios de suaatuação no estágio curricular;

XVII – manter o controle de freqüência e das avaliações dos acadêmicos estagiários;

XVIII - receber os planejamentos, relatórios e documentos de cada acadêmico estagiário;

XIX – comunicar ao departamento do curso eventuais ocorrências em termos de interrupção, desistência e outras, das quais decorram o desligamento do acadêmico estagiário do campo de estágio, um possível comprometimento do cumprimento da prática pedagógica e estágio supervisionado e/ou a necessidade de providências a serem deliberadas no âmbito do referido órgão;

XX – fornecer, à coordenação do departamento do curso, informações sobre o andamento do estágio, sob sua orientação;

XXI - prestar informações sobre as atividades desenvolvidas pelo acadêmico estagiário,

XXII - preencher eventuais fichas e/ou formulários relativos ao estágio curricular supervisionado;

XXIII - emitir pareceres avaliativos sobre o trabalho desenvolvido pelo acadêmico estagiário;

Art. 29 - Ao acadêmico estagiário compete:

I – cumprir o regulamento da prática pedagógica e do estágio curricular supervisionado, as eventuais disposições complementares referentes à disciplina de Estágio Supervisionado de seu curso e a orientação do professor orientador de estágio;

IIbuscar orientação junto ao professor orientador de estágio, sempre que necessário;

III – comparecer às sessões de orientação, previamente marcadas pelo professor orientador de estágio;

IV – comparecer à realização do estágio, pontualmente, nos dias, horários e locais previamente definidos;

V – elaborar e cumprir o planejamento das atividades de seu estágio curricular, com a orientação do professor orientador de estágio;

VI – apresentar ao professor orientador de estágio, nos prazos estabelecidos, os documentos relativos ao estágio, que lhe forem solicitados;

VII – manter atitude ético-profissional no desenvolvimento de todas as atividades de seu estágio curricular supervisionado;

 

CAPÍTULO VIII – DA AVALIAÇÃO

Art. 30 - A avaliação dos acadêmicos estagiários é feita pelo professor das práticas pedagógicas e pelo professor orientador de estágio, de forma sistemática e contínua, com a colaboração dos supervisores de campo, e, quando for o caso, com as opiniões dos membros da comunidade, envolvidos no processo.

Art. 31 - No processo de avaliação do desempenho do acadêmico estagiário, considera-se, ainda:

I – a frequência às sessões de orientação, prestadas pelo professor orientador de estágio, quer nos horários de aulas de sua disciplina, quer em horários de atendimento extraclasse;

II – seu compromisso na elaboração, execução e avaliação do plano de atividades do estágio curricular supervisionado;

III – a análise de sua atuação;

IV – as evidências de que conceitos foram redimensionados e aprendizagens significativas foram constituídas no processo;

V – a propriedade da apresentação dos relatórios finais e fichas devidamente preenchidas;

Art. 32 - sendo a avaliação um processo contínuo e global, ao longo do período letivo é atribuída uma única nota, ao final do ano letivo.

Parágrafo 1º - É considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a sete (7,0).

Parágrafo 2º - Considerando a natureza do trabalho realizado em nome da prática curricular pedagógica e do estágio curricular supervisionado, a avaliação do processo não gera direito a prova substitutiva e nem a exame final e a segunda época.

Art. 33- O acadêmico estagiário deve alcançar o mínimo de frequência, igual a 75%, nas atividades desenvolvidas em sala de aula, relativas às disciplinas de Práticas Pedagógicas e Prática do Ensino de História, e 100% nas atividades realizadas no campo de estágio.

Art. 34- O discente reprovado em disciplina de estágio supervisionado ou de prática pedagógica deverá cursá-la, integralmente, no ano seguinte.

CAPÍTULO IX – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 35- O acadêmico estagiário que exerce atividade docente regular, compatível com o nível de ensino de realização do estágio curricular supervisionado, pode solicitar a convalidação das horas de prática em serviço, até o máximo de 200 (duzentas) horas, desde que comprove tal exercício profissional.

Art. 37- Os casos omissos, neste regulamento, serão resolvidos pela coordenação do estágio e o colegiado do departamento.

Art. 38 - O presente regulamento entra em vigor, a partir da presente data.

 

 


 

 

GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA – Licenciatura

 

ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

(Ingressantes 2013)

  

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CURSO DE HISTÓRIA

 

CAPÍTULO I

DA CARACTERIZAÇÃO

 

Art. 1º- Estágio Curricular Supervisionado do curso de História da Universidade Estadual do Norte do Paraná têm seu funcionamento disciplinado pelo presente regulamento, levando em consideração o estabelecido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº. 9394, de 20/12/1996, e o disposto no Parecer do Conselho Nacional de Educação nº. 1/2002, de 18/02/2002, o disposto no Parecer do Conselho Nacional de Educação/CP, de 19/02/2002, a Lei Federal 11.788 de 25 de setembro de 2008, a Deliberação nº 02/2009 do CEE CP-PR e aResolução nº 050/2011 do CEPE/UENP.

 

Art. 2º - O Estágio Curricular Supervisionado é de natureza essencialmente pedagógica e teórico-prática, sendo componente obrigatório da organização curricular do curso de Licenciatura em História desta instituição.

 

CAPÍTULO II

 

DA ORGANIZAÇÃO E DO FUNCIONAMENTO

 

Art. 3º - As atividades do Estágio Supervisionado envolvem a atuação dos professores do Colegiado de História, orientador de Estágio Supervisionado, do coordenador de estágio do Colegiado, do acadêmico estagiário e do supervisor de campo.

 

Parágrafo 1º- O professor Coordenador do Estágio Supervisionado do Colegiado, e os professores orientadores de estágio, são os docentes provenientes preferencialmente dá área responsáveis pelas disciplinas Prática de Ensino de História I e Prática de Ensino de História II.

 

Parágrafo 2º - O supervisor de campo é o responsável em atender o estagiário na Instituição junto a qual o Estágio Supervisionado se realiza.

 

Art. 4º - O Estágio Supervisionado, incluindo abordagens teóricas e atividades práticas, é realizado, sequencialmente, a partir da terceira série do curso.

 

Art. 5º - O acadêmico estagiário está automaticamente inscrito para a realização de seu estágio curricular e essa inscrição é renovada, anualmente, ao ter sua matrícula efetivada no ano letivo e mediante a entrega do Termo de Compromisso de Estágio Obrigatório devidamente assinado pelo professor Coordenador de Estágio do Colegiado, professor orientador de Estágio Supervisionado e autoridade responsável pelo Estágio Supervisionado do campo de estágio.

 

Art. 6º - As atividades do Estágio Supervisionado, a critério do professor orientador de estágio, podem ser cumpridas, individualmente ou por equipes de acadêmicos estagiários, desde que se assegure a participação efetiva de cada integrante, no conjunto das ações previstas.

 

CAPÍTULO III

DOS OBJETIVOS

 

Art. 7º - A realização do estágio curricular supervisionado tem por objetivos:

 

I – viabilizar a integração dos alunos do curso de História com a realidade das instituições de Ensino Fundamental II e de Ensino Médio, local e regional, por meio de observação, participação e regência de aulas;

 

II favorecer a efetiva participação do aluno em situações reais de trabalho;

 

III – oportunizar o desenvolvimento de alternativas didáticas e a aplicação de recursos necessários à prática docente voltada a diferentes competências e habilidades, faixas etárias e níveis de escolaridade;

 

IV – orientar a elaboração de planos de ação pedagógica, embasados na realidade escolar, assim como sua execução, possibilitando a avaliação crítica do processo empreendido;

 

V – possibilitar que as práticas pedagógicas sejam vivenciadas, consciente e criticamente, de forma a sensibilizar o aluno quanto à necessidade da contínua busca e produção de conhecimento com vistas ao desenvolvimento de sua competência profissional; 

 

CAPÍTULO IV

DA ORIENTAÇÃO

 

Art. 8º – A Orientação de Estágio Supervisionado, pelos docentes orientadores da UENP, pode ter a seguinte configuração:

 

I - Direta: consiste no acompanhamento, na orientação e na avaliação efetuada pelo docente Orientador de Estágio, direta e continuamente, das atividades planejadas e desenvolvidas nos campos de estágio ao longo de todo o processo;

 

II - Semi-direta: consiste no acompanhamento e orientação do docente Orientador de Estágio por meio de visitas sistemáticas ao campo de estágio para verificação do desenvolvimento do Plano de Estágio, complementando-as com entrevistas e reuniões com os estagiários, bem como manter contatos com o Supervisor de Estágio da Unidade Concedente;

 

III - Indireta: consiste no acompanhamento do docente Orientador de Estágio feito via relatórios.

 

Parágrafo único. A orientação de estágio no curso de História será efetivada na forma Indireta, com suporte das disciplinas de Prática de Ensino em História, podendo, durante a vigência do PPC, uma vez que exista disponibilidade, contemplar as outras formas indicadas nos incisos deste artigo, desde que registradas no Termo de Compromisso a ser firmado entre o estudante, a UENP e a unidade concedente.

 

CAPÍTULO V

CAMPOS DE ESTÁGIO

 

Art. 9º - Constituem campos de estágio as instituições de ensino público e rede privada que ofertem o Ensino Fundamental II e o Ensino Médio, devidamente regularizadas junto à Secretaria de Educação do Estado ou órgão semelhante desde que:

 

I - assegurem o planejamento e a execução conjunta das atividades de estágio;

 

II - concordem quanto às condições de supervisão e de avaliação das atividades de estágio, em conformidade com este regulamento.

 

CAPÍTULO VI

COMPETÊNCIAS DOS ENVOLVIDOS

 

Art. 10 - Ao professor coordenador de estágio supervisionado compete:

 

I – propor a quem de direito, a celebração de convênios que permitam a realização do estágio curricular supervisionado;

 

II – deliberar sobre os casos omissos neste regulamento, ouvido o colegiado do curso;

 

III – homologar disposições complementares a este regulamento, para a realização das atividades relativas às de prática pedagógica e à disciplina de Prática do Ensino de História;

 

IV – homologar os resultados finais da disciplina;

 

V – encaminhar, oficialmente, os acadêmicos estagiários aos respectivos campos de estágio;

 

VI – assinar certidões e/ou declarações relacionadas ao estágio curricular supervisionado;

 

VII – arquivar os relatórios finais do estágio curricular supervisionado;

 

VIII – estabelecer estratégia junto às entidades envolvidas na prática pedagógica e no estágio curricular supervisionado, em favor de sua permanente motivação, para aceitação e absorção dos acadêmicos estagiários;

 

IX – apresentar proposta(s) de atividades que atendam os objetivos do estágio curricular supervisionado;

 

X – organizar e divulgar o cronograma do estágio;

 

Art. 11 - Ao professor orientador de Estágio Supervisionado compete:

 

I – orientar os acadêmicos estagiários no planejamento e na execução das atividades docentes;

 

II – informar o estagiário sobre as normas, procedimentos e critérios de avaliação da prática pedagógica e de estágio;

 

III – proporcionar atendimento individualizado e coletivo aos acadêmicos estagiários, planejando com eles todo o trabalho a ser desenvolvido, replanejando-o, sempre que necessário, mediante contínua avaliação ao longo do processo;

 

IV – Orientar as atividades do acadêmico estagiário, em campo;

 

V – indicar fontes de pesquisa e de consulta necessárias à solução das dificuldades encontradas na execução do estágio curricular supervisionado;

 

VI – providenciar as solicitações dos acadêmicos estagiários por documentos comprobatórios de suaatuação no estágio curricular;

 

VII – manter o controle de frequência e das avaliações dos acadêmicos estagiários;

 

VIII – receber os planejamentos, relatórios e documentos de cada acadêmico estagiário;

 

IX – comunicar ao Colegiado do curso eventuais ocorrências em termos de interrupção, desistência e outras, das quais decorram o desligamento do acadêmico estagiário do campo de estágio, um possível comprometimento do cumprimento da prática pedagógica e estágio supervisionado e/ou a necessidade de providências a serem deliberadas no âmbito do referido órgão;

 

XI – fornecer, à coordenação do Colegiado do curso, informações sobre o andamento do estágio, sob sua orientação;

 

XII – prestar informações sobre as atividades desenvolvidas pelo acadêmico estagiário,

 

XIII – preencher eventuais fichas e/ou formulários relativos ao estágio curricular supervisionado;

 

XVI – emitir pareceres avaliativos sobre o trabalho desenvolvido pelo acadêmico estagiário;

 

Art. 12 – Ao supervisor de campo compete:

 

I. Observar a execução das atividades propostas, as quais serão desenvolvidas na instituição concedente;

 

II. Orientar e acompanhar a execução do plano de estágio;

 

III. Caso necessário, manter contato com a Coordenação de Estágio;

 

IV. Permitir ao estagiário vivenciar outras situações de aprendizagem capazes de ampliar a sua capacidade de atuação profissional;

 

Art. 13 - Ao acadêmico estagiário compete:

 

I – cumprir o regulamento do Estágio Supervisionado, as disposições complementares sob a orientação do professor orientador de estágio;

 

IIentregar todos os documentos referentes ao Estágio Supervisionado ao seu orientador dentro dos prazos estabelecidos em cronograma;

 

III – buscar orientação junto ao professor orientador de estágio, sempre que necessário;

 

IV – comparecer às sessões de orientação, previamente marcadas pelo professor orientador de estágio;

 

V – comparecer à realização do estágio, pontualmente, nos dias, horários e locais previamente definidos;

 

VI – elaborar e cumprir o planejamento das atividades de seu estágio curricular, com a orientação do professor orientador de estágio;

 

VII – apresentar ao professor orientador de estágio, nos prazos estabelecidos, os documentos relativos ao estágio, que lhe forem solicitados;

 

VIII – manter atitude ético-profissional no desenvolvimento de todas as atividades de seu estágio curricular supervisionado;

 

IX solicitar para a cada aula observada ou ministrada, assinatura do docente da turma da escola – campo, na ficha destinada a este registro.

 

CAPÍTULO VII

DIREITOS E DEVERES DO ESTAGIÁRIO

 

Art. 14 – O estagiário gozará de todos os direitos inerentes a sua condição de estudante, dentre outras previamente definidas no termo de compromisso, em conformidade com a legislação vigente e com este regulamento.

 

Art. 15 - São deveres do acadêmico estagiário:

 

I - recusar qualquer tipo de gratificação pelo trabalho prestado em campo de práticas;

 

II - evitar manifestações barulhentas em qualquer recinto da instituição;

 

III - não é permito ao estagiário manter contato com os alunos da Instituição fora do local e horário de campo de Estágio;

 

IV – o estagiário deverá cobrir os custos de transportes para o local destinado aos estágios supervisionados ou atividades práticas;

 

V - caso o estagiário/a cause algum dano material à unidade concedente de estágio, será de sua inteira responsabilidade ressarcir o prejuízo causado;

 

VI – cumprir os prazos estabelecidos para entrega de documentação ao orientador de estágio.

 

CAPÍTULO VIII

PRAZOS PARA DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO

 

Art. 16 – Os prazos serão repassados aos estagiários, em reunião especifica sobre Estágio Supervisionado, ao início do ano letivo pelo Coordenador de Estágio do Colegiado de História.

 

Art. 17 – O estagiário que não cumprir o prazo de entrega dos documentos requisitados será automaticamente desligado do Estágio Supervisionado, pois o ato será considerado como desistência do mesmo, salvo os casos previstos em lei.

 

CAPÍTULO IX

FORMAS DE ACOMPANHAMENTO

 

Art. 18 – O acompanhamento do Estágio Supervisionado se dará por meio de relatórios e avaliação de aulas regências realizada pelo Supervisor da Unidade Concedente.

 

CAPÍTULO X

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

 

Art. 19 - A avaliação dos acadêmicos estagiários é feita pelo professor orientador de estágio, de forma sistemática e contínua, com a colaboração dos supervisores de campo, e, quando for o caso, com as opiniões dos membros da comunidade, envolvidos no processo.

 

Art. 20 - No processo de avaliação do desempenho do acadêmico estagiário, considera-se, ainda:

 

I – a frequência às sessões de orientação, prestadas pelo professor orientador de estágio, quer nos horários de aulas de sua disciplina, quer em horários de atendimento extraclasse;

 

II – seu compromisso na elaboração, execução e avaliação do plano de atividades do estágio curricular supervisionado;

 

III – a análise de sua atuação;

 

IV – as evidências de que conceitos foram redimensionados e aprendizagens significativas foram constituídas no processo;

 

V – a propriedade da apresentação dos relatórios finais e fichas devidamente preenchidas;

 

Art. 21 - sendo a avaliação um processo contínuo e global, ao longo do período letivo é atribuída uma única nota, ao final do ano letivo.

 

Parágrafo 1º - É considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a sete (7,0).

 

Parágrafo 2º - Considerando a natureza do trabalho realizado em nome da prática curricular pedagógica e do estágio curricular supervisionado, a avaliação do processo não gera direito a prova substitutiva e nem a exame final e a segunda época.

 

Art. 22 - O acadêmico estagiário deve alcançar o mínimo de frequência, igual a 75%, nas atividades desenvolvidas em sala de aula, com o docente orientador de estágio, relativas às disciplinas de Prática do Ensino de História, e 100% nas atividades realizadas no campo de estágio e atividades extraclasse.

 

CAPÍTULO XI

CARGA HORÁRIA

 

Art. 23 - A carga horária total de estágio supervisionado, no curso de História, deverá ser de 400 (quatrocentas) horas, compreendendo 200 horas para a 3º série e 200 horas para a 4º série.

 

Art. 24 - As atividades de estágio deverão contemplar as áreas de atuação do futuro professor, ou seja, 6º ao 9° anos do Ensino Fundamental e o Ensino Médio, sendo que na 3º série, o acadêmico realizará estágio junto às turmas do ensino Fundamental II e na 4º série, no Ensino Médio.

 

Art. 25 - A distribuição da carga horária obrigatória de Estágio Supervisionado deve ficar a critério do supervisor de estágio e pode ser cumprida através de atividades de observação, participação, planejamento, direção de aulas, execução de projetos de ensino ou atividades extra classe;

 

Parágrafo único. No mínimo, 50% da carga horária de estágio deve ser cumprida em atividades de observação, participação e direção de aulas.

 

CAPÍTULO XII

DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO

 

Art. 26 - Consideram-se atividades próprias de estágio a observação do ambiente escolar e de aulas de História, participação em aula, direção de classe, atividades extraclasse, trabalhos de pesquisa de caráter didático-pedagógico, participação em projetos de ensino e extensão e elaboração de relatórios.

 

§1º. Entende-se por observação de ambiente escolar as atividades nas quais o estagiário toma conhecimento da estrutura, funcionamento e recursos, bem como da clientela da escola na qual irá estagiar.

 

§2º. Entende-se por observação de aula as atividades nas quais os estagiários presenciam a atuação didático-pedagógica do professor regente.

 

§3º. Entende-se por participação em aulas as atividades nas quais o estagiário atua juntamente com o professor regente em trabalhos de sala de aula como:

 

I – exposição de assuntos à classe;

 

II – estudos dirigidos;

 

III – orientação de grupos de estudos;

 

IV – direção ou participação em discussões, debates, pesquisas;

 

V – auxílio na aplicação de testes, exercícios, provas, sem, contudo, implicar em avaliação do aluno pelo estagiário;

 

VI – outras atividades apropriadas, desde que autorizadas pelo professor regente.

 

§ 4º. Entende-se por direção de aula a atividade em que o estagiário ministra aulas em cursos regulares das escolas públicas e/ou privadas, em mini-cursos, em cursos ofertados para a comunidade, em oficinas ou em projetos de extensão.

 

§ 5º. Entende-se por atividade extraclasse:

 

I – planejamento geral do estagiário e da direção de classe;

 

II – elaboração de questões de avaliação;

 

III – verificação e correção de trabalhos, sem implicar avaliação direta;

 

IV – confecção de material didático;

 

V – planejamento de direção de visitas, excursões, concursos, festivais, exposições, maratonas, clubes, jornais, jograis e outras atividades apropriadas, desde que autorizadas pelo coordenador de estágio;

 

VI – atividades de interação com os próprios colegas sob a orientação do professor supervisor.

 

§ 6º. Entende-se por trabalho de pesquisa os estudos reflexivos que procuram relacionar a prática do estágio ao embasamento teórico-metodológico.

 

§ 7º. Entende-se por participação em projetos de ensino e de extensão o desenvolvimento de atividades nas quais o estagiário possa vivenciar a realidade educacional tanto no próprio curso quanto no atendimento às aspirações da comunidade local e regional.

 

§ 8º. Entende-se por relatório a descrição e análise crítica de todas as atividades desenvolvidas pelo aluno-estagiário, devidamente comprovadas; compreende também o formato de portfólio.

 

Art. 27 - Qualquer atividade só será computada como hora de estágio realizado, se previamente autorizada pelo coordenador de Estágio Supervisionado.

 

Art. 28 - A critério do coordenador de estágio, as atividades podem ser cumpridas individualmente ou também em equipes de estagiários, principalmente nos projetos de ensino e de extensão, desde que seja garantida a participação efetiva de todos os integrantes envolvidos.

 

CAPÍTULO XIII 

FORMALIZAÇÃO DO ESTÁGIO

 

Art. 29 - A formalização do estágio compreende as seguintes etapas:

 

I – escolha dos estabelecimentos de ensino, pelo estagiário, onde deverá realizar seu estágio;

 

II - solicitação, junto ao Coordenador de Estágio do Colegiado, do Termo de Compromisso, que encaminhe o estagiário à instituição escolhida;

 

III – de posse do Termo de Compromisso e do Plano de Estágio, o graduando deve apresentar-se na instituição escolhida;

 

IV – o estágio deve ser desenvolvido no máximo em três turmas do Fundamental II e duas turmas do Ensino Médio.

 

  

CAPÍTULO XIV

FORMAS DE SUPERVISÃO

 

Art. 30 - A orientação das atividades desenvolvidas nos campos de estágio caracteriza-se como supervisão indireta, que consiste no acompanhamento do docente Orientador de Estágio feito via relatórios.

 

CAPÍTULO XV

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

 

Art. 31 - O acadêmico estagiário que exerce atividade docente regular, compatível com o nível de ensino de realização do estágio curricular supervisionado, pode solicitar a convalidação das horas de prática em serviço, até o máximo de 200 (duzentas) horas, desde que comprove tal exercício profissional.

 

Art. 32 - Os casos omissos, neste regulamento, serão resolvidos pela coordenação do estágio e o colegiado do curso.

 

Art. 33 - O presente regulamento entra em vigor, a partir da presente data.