O Grupo de Extensão e Pesquisa Multidisciplinar em Ciências Veterinárias (GEPEMVET) da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), campus Luiz Meneghel (CLM) de Bandeirantes, concluiu projeto sobre "Utilização de plantas medicinais e bioterápicos para sustentabilidade da produção agroecológica leiteira". Financiado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, Secretaria da Agricultura Familiar (SAF), Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), o projeto teve o objetivo de promover a sustentabilidade da atividade leiteira no contexto agroecológico, por meio da adoção de plantas medicinais e bioterápicos no controle sanitário animal.

A Comissão Especial montada para elaboração de Regimento Eleitoral para processo de sucessão ao cargo de reitor da UENP se reuniu na quinta-feira (10/11). O grupo formado por professores, funcionários e alunos dos três campi da Universidade, além de representantes das Associações dos Municípios do Norte Pioneiro (Amunorpi), do Norte do Paraná (Amunop), e das classes trabalhadoras e patronais, elegeu como presidente da Comissão o professor Sérgio Roberto Ferreira, do campus Cornélio Procópio (CCP).

O ano de 2012 registrou crescimento de 37% na realização de mamografias na faixa prioritária – de 50 a 69 anos – em comparação com 2010, no Sistema Único de Saúde (SUS). Os procedimentos somaram 2,1 milhões no ano passado, contra 1,5 milhões em 2010. Se incluídas todas as faixas etárias, o número de exames realizados no último ano atingiu a marca de 4,4 milhões, representando um crescimento de 26% em relação a 2010.

Para estimular a detecção precoce do câncer de mama, o Ministério da Saúde dá início à campanha para conscientização das mulheres sobre o tema, reforçando as ações do movimento Outubro Rosa.

Outubro Rosa

O movimento popular Outubro Rosa é internacional. Em qualquer lugar do mundo, a iluminação rosa é compreendida como a união dos povos pela saúde feminina. Em Brasília, às 18h40 desta terça-feira (1º), o prédio do Ministério da Saúde e o Congresso Nacional serão iluminados com luzes cor-de-rosa. O câncer de mama é a segunda causa de morte entre mulheres. Somente no ano de 2011, a doença fez 13.225 vítimas no Brasil. O rosa simboliza alerta às mulheres para que façam o autoexame e, a partir dos 50 anos, a mamografia, diminuindo os riscos que aparecem nesta faixa etária. Para que mais mulheres possam fazer o exame, o Ministério da Saúde investiu, em 2012, R$ 92,3 milhões – um aumento de 17% em relação a 2011.

 

Assistência

Em 2011, a presidenta Dilma Rousseff lançou o Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Colo do Útero e de Mama, estratégia para expandir a assistência oncológica no País. Atualmente, o SUS tem 277 serviços na assistência oncológica que atendem a 298 unidades hospitalares distribuídas nas 27 unidades da federação para a detecção e tratamento de câncer em todo País. Com o investimento do governo federal, mais de 3,6 milhões de sessões de radioterapia e quimioterapia foram feitas pelo SUS, com investimento de R$ 491,8 milhões. As cirurgias oncológicas também representam a preocupação com o combate à doença. No ano passado, foram investidos R$ 16,8 milhões.

Para agilizar o acompanhamento dos serviços oncológicos, o Ministério da Saúde criou o Sistema de Informação do Câncer (Siscan). O software, disponível gratuitamente para as secretarias de saúde, permite o monitoramento do atendimento oncológico na rede pública por meio da inserção e processamento de dados, gerido pelo Ministério da Saúde. O sistema funciona em plataforma web e já tem a adesão dos 27 estados brasileiros, dos quais 17 já começaram a inserir os dados no sistema. O prazo para substituição dos demais sistemas pelo Siscan termina em janeiro de 2014. A cobertura das informações também se estenderá a todos os tipos de câncer. Até o momento, o sistema já recebeu mais de 104,3 mil requisições de exames, sendo 39,6 mil referentes a mamografias.

Para este ano, o Ministério da Saúde instituiu a centralização da compra do L-Asparaginase. Usado no tratamento de câncer, o medicamento era comprado pelos serviços do SUS habilitados em oncologia. A medida foi tomada após a empresa brasileira que distribuía o medicamento comunicar ao governo federal a interrupção do fornecimento por parte de uma empresa estrangeira. A partir de 2015, o L-Asparaginase passa a ser produzido no Brasil por meio de parceria firmada em junho entre a Fiocruz e os laboratórios privados NT Pharma e Unitec Biotec. Assim, o país fica livre de ser surpreendido pela suspensão da oferta por uma empresa privada internacional sem atividades produtivas no País.

Sancionada pela presidente Dilma Rousseff, a Lei 12.732/12, conhecida como Lei dos 60 dias, garante aos pacientes com câncer o início do tratamento em no máximo 60 dias após a inclusão da doença em seu prontuário, no SUS. O prazo máximo vale para que o paciente passe por uma cirurgia ou inicie sessões de quimioterapia ou radioterapia, conforme prescrição médica.

Fonte: Ministério da Saúde

Estudantes do primeiro ano dos cursos de Ciências Biológicas e Agronomia da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), Campus Luiz Meneghel, de Bandeirantes, estiveram em Marília, em 20 de setembro, para conhecer o Museu de Paleontologia de Marília e o trabalho realizado pelo paleontólogo Willian Nava. De acordo com o professor que acompanhava as turmas, Túlio Roberto Pavilhão, a excursão faz parte de um projeto da universidade realizado desde 2012.

A Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), representada por 19 professores supervisores e 12 coordenadores do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID – UENP), participou do II Fórum de Área do PIBID – PR, cujo tema foi "O lugar do PIBID na formação de professores". O evento ocorreu na Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba, no sábado (21/09).

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