Neste ano, o JOIC realizará coleta de equipamentos elétricos e eletrônicos. A Jornada, em consonância com princípios éticos de respeito e responsabilidade, além de se atentar para a legislação ambiental vigente, recolherá resíduos eletrônicos como aparelho de DVD, de fax, notebooks, monitores, placas eletrônicas, celulares com e sem bateria, carregador de celular, fontes de energia, vídeo cassete, telefone e outros aparelhos, além de pilhas e canetas. Os equipamentos recolhidos, durante o evento, serão destinados à reciclagem, ou, em alguns casos, poderão servir de ferramenta para o ensino, promovendo, dessa forma, o desenvolvimento sustentável, protegendo o meio ambiente da poluição.

A Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) divulgou, por meio da Pró-Reitoria de Planejamento e Avaliação Institucional (PROPAV), os resultados da Avaliação Institucional de 2011. O documento final, que foi apresentado na assembleia extraordinária dos membros do Conselho Universitário da UENP (CONSUNI), na terça-feira, 26, será divulgado, em cada campus da Instituição na primeira semana de agosto.

Os resultados apresentados à comunidade acadêmica e à sociedade foram elaborados pela Comissão Própria de Avaliação da Instituição (CPA/UENP). A autoavaliação documentada reflete um diagnóstico geral da Universidade, obtido a partir da análise quantitativa das informações levantadas pela CPA/UENP junto à comunidade universitária, no segundo semestre de 2011.

O "Relatório Final de Avaliação Institucional 2011" contém dados quantitativos dos itens avaliados nos Campi de Jacarezinho, Cornélio Procópio e Luiz Meneghel - de Bandeirantes. Apresenta também um plano de ações elaborado, em conjunto, pela CPA/UENP, PROPAV, diretores de Campus e gestores da UENP, com o intuito de auxiliar o planejamento da Instituição.

Com a finalidade de contribuir para o aperfeiçoamento do ensino, da pesquisa e da extensão, além das demais dimensões, a autoavaliação deve consistir em uma prática constante no âmbito da UENP. Foram gerados relatórios com os resultados das inúmeras dimensões contempladas pelo SINAES. As notas apontadas variavam de 1 a 5, sendo: 1 = péssimo; 2 = ruim; 3 = regular; 4 = bom e 5 = ótimo. Esses resultados estão consignados pela média ponderada das mesmas que apontam uma nota para cada questão.

As planilhas com os resultados quantitativos geral da UENP e por Campus onde se verificam as médias ponderadas de cada questão por colegiado de curso estão disponíveis no endereço eletrônico da UENP (www.uenp.edu.br). Para a primeira semana de agosto, foi aprovada pelo CONSUNI a divulgação pública da Autoavaliação em cada Campus da UENP. Essa divulgação se dará em reuniões próprias, com a presença de toda a comunidade acadêmica. A Pró-Reitoria de Planejamento e Avaliação Institucional salienta que: "Este será o momento de discussões sobre as melhores ações estratégicas para atender aos problemas que surgiram espontaneamente com os resultados finais desse trabalho".

Ressalta-se que a realização do processo avaliativo somente foi possível graças ao engajamento da comunidade universitária envolvida. Portanto, a Reitoria, a PROPAV e a CPA/UENP agradecem a todos que contribuíram para o sucesso deste trabalho. Um agradecimento especial é dedicado à Coordenação do Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) que desenvolveu o sistema eletrônico do exercício.

Confira o relatório diretamente no site da Comissão Própria de Avaliação - CPA

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Aos participantes do III ENLIT, Informamos que estão disponíveis para impressão os certificados de cada categoria: participantes, comunicadores e de participação em minicurso.

A impressão deve ser feita pelo interessado.
Favor conferir todos os dados do certificado de acordo com a planilha de listagem corresponde.
No caso de haver algum erro no nome ou de qualquer outra natureza, favor enviar mensagem para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Os certificados ficarão disponíveis até o dia 31/08/12, após essa data deve-se entrar em contato com Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Para impressão do certificado, recomenda-se não usar papel comum, mas algum papel de maior gramatura, por exemplo, papel couche L2

O ideal seria solicitar impressão em uma gráfica, por um preço de aproximadamente 1 à 5 reais

Download dos Certificados

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Participantes

Comunicadores

Participação em Minicursos

A COMISSÃO ORGANIZADORA.

Tese faz reflexão sobre realidade social de cortadores de cana; professor passou dois meses morando numa favela onde registrou a difícil realidade de inúmeros trabalhadores.

O professor Antonio Donizeti Fernandes, 47, do Centro de Ciências Humanas e da Educação (CCHE), campus Jacarezinho, da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), defendeu Tese de doutorado intitulada "Da questão do trabalho 'fora do mundo do trabalho': canavieiros e a experiência social do sofrimento". A pesquisa foi apresentada em 4 de junho, na Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho (UNESP), campus de Marília (SP), junto ao Programa de Pós graduação em Ciências Sociais.

Natural de Ribeirão do Sul (SP), o professor leciona na faculdade de Jacarezinho desde 1993, período em que começou observar mais de perto a condição do trabalhador do corte de cana. Docente de Sociologia Geral e da Educação dos cursos de Pedagogia e Filosofia do CCHE, Donizeti salienta que a tese é fruto das reflexões ocorridas no mestrado intitulado: "Aventura do risco entre os trabalhadores do corte de cana".

A reflexão feita pelo professor extrapola o campo sociológico. Ele explica que a condição visível vivida pelos trabalhadores torna-se invisível, pois se apresenta como algo muito familiar. Numa dimensão mais filosófica, o autor retira das entrelinhas algo intangível aos olhos de quase todo passante: o sofrimento em sua dimensão social, isto é, fruto do poder político, econômico e institucional, bem como o que as pessoas fazem a si mesmas e experiências negativas ligadas a condições de vida, de trabalho, de moradia.

O professor, que passou dois meses morando numa favela do Norte do Paraná para a realização da tese, lembra que o desenvolvimento do estudo teve muitos contratempos desde o início. "A realização da pesquisa foi cheia de confusão desde a minha chegada à favela, à estada por dois meses. Eu que queria ficar seis meses, fui obrigado a sair por ameaças. No tempo em que estive lá, realizei visitas, entrevistas em diversas situações. Visitei trilhos da favela, bares, igrejas, casas das famílias, vielas do bairro, lugares, praticamente, tabu para as pessoas, em que o olhar não está para todos".

antoniodonizeti

"Foi uma experiência ímpar em minha história. Aprendi muito com os trabalhadores", diz professor Donizeti

Em síntese, as 318 páginas da tese revelam um retrato do País, daquilo que, de tanto ser visto, se tornou invisível e tido como comum. O conteúdo, baseado em depoimentos, fotos, vídeos e histórias de vida, busca, dessa forma, aprofundar as raízes e sintetizar as referências humanas sobre níveis de realidade, revelando o homem ao homem, um Brasil de diversos Brasis. O pesquisador salienta que aqueles 60 dias foram muito enriquecedores para sua vida. "Foi uma experiência ímpar em minha história. Aprendi muito com os trabalhadores".

Sobre o porquê da pesquisa, que teve como orientadora a professora-doutora Christina de Rezende Rubim, comenta: "Minha intenção foi mostrar a realidade desse trabalhador. Andava com uma filmadora. Identificava-me como professor-pesquisador da Universidade e que estava lá para realizar um estudo sobre o cortador de cana, a sua condição de vida fora do trabalho". O professor acrescenta que "Isso me fez compreender que não conhecemos ainda a nossa realidade. O cotidiano nos pega pela rotina e não compreendemos a dimensão do que está a nossa volta. E o caminho é de mão dupla. Muitas pessoas lá não têm ideia do que seja a universidade ou para que serve".

Donizeti conta que a investigação realizada é uma interpretação da interpretação: "Busquei caminhos para entender como eles veem essa situação, como é morar na favela sendo morador da favela", instiga. A tese está disponível na biblioteca do CCHE (campus Jacarezinho) e da UNESP (Marília) e no endereço eletrônico http://www.athena.biblioteca.unesp.br no próximo mês. O diretor do CCHE, professor-doutor Antonio Carlos de Souza, docentes, discentes e servidores do Centro parabenizam o doutor Donizeti pela coragem de propor tal discussão, elaboração e defesa de temática relevante, tanto acadêmica quanto social.

Em 2012, o curso de Educação Física da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) completa 40 anos de existência. O quadragésimo aniversário, comemorado em 19 de junho, marca a longevidade de uma das instituições mais respeitadas do cenário educacional paranaense, reconhecida por excelência científica e acadêmica, além de prestar serviços de saúde à comunidade. 

 Inicialmente Faculdade de Educação Física de Jacarezinho (Faefija), a Instituição, após integrar-se à UENP, passou a ser denominada de Centro de Ciências da Saúde (CCS). O curso, que já formou mais de 3.500 profissionais nessas quatro décadas de existência, tem se destacado como um dos melhores do Paraná, fato acentuado pela nota 4,0 no Exame Nacional de Desenvolvimento de Estudantes (Enade), a maior nota obtida por um curso da área no Estado e pela procura de candidatos dos mais diversos Estados como: Bahia, Rondônia, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, além do Estado do Paraná.

O diretor do CCS, professor-doutor Fábio Antonio Néia Martini, salienta que: "O Curso de Educação Física teve e tem muita importância para todo o Norte Pioneiro do Paraná e sul de São Paulo, pois formou educadores físicos que se espalharam por todo o Brasil". Ele salienta que: "Estamos nos preparando para mais 40 anos de modernização para melhor capacitação dos futuros profissionais na área".
Além das atividades de ensino, a Instituição promove vários projetos de extensão. Há ainda incentivo à pesquisa por meio da realização de congresso científico, envolvendo docentes e acadêmicos do CCS e participantes de outras instituições. O CCS oferta também cursos de pós-graduação, a nível lato-sensu, nas áreas de Educação Física e Fisioterapia, com cursos na sede e fora dela.
Fizeram parte de seu quadro docente personalidades como Rodrigo Otávio Torres Pereira (professor Rodrigo, seu fundador), Wagner Holtz Merége, Regina Gizzi, Jairo Pinto Pinheiro, Adair Fassoni, Emmanuel Gonçalves Vieira (doutor Emmanuel), Maria Silvéria Candido da Lozzo, doutor Jorge Yasbik, Nair Andrade de Almeida Leite, Hayrton Tobias Mendes de Andrade, George Hauer, Marílvia Mantovani Madalena Soares e Lia Lima .

Estrutura

O CCS conta com três cursos: de Licenciatura em Educação Física, Graduação em Educação Física (Bacharelado) e de Fisioterapia. O Centro, com aproximadamente 450 alunos, possui excelentes condições para a execução de suas atividades, contando com salas de aula equipadas, quadra polivalente coberta e iluminada, com piso especial e arquibancada, para atividades práticas, quadra aberta iluminada, com piso especial, outras três quadras abertas, pista de Atletismo com medidas oficiais, piscina com 25 x 12,5, coberta e aquecida com vestiários e cercada por tela, para atividades aquáticas, além dos laboratórios de informática, de anátomo-biologia, de Avaliação Física com isocinético e de histopatologia.

Os alunos do CCS tem ainda à disposição Clínica de Fisioterapia, setor de hidroterapia, com piscina de água aquecida, salão de ginástica, completa academia de musculação e de atividades corporais, tatame para lutas e ginástica olímpica, salão Nobre, climatizado com espaço para 100 pessoas, além de outras áreas.

História

A Faculdade Estadual de Educação Física de Jacarezinho (Faefija) foi instituída pelo Governo do Estado do Paraná, sob forma de Fundação de Direito Público, segundo o disposto no Artigo 4º da Lei N.º 5.540, de 28 de novembro de 1968.

Em 10 de fevereiro de 1972, o Egrégio Conselho Estadual de Educação emitiu parecer 2/72, no Processo número 032/72, favorável à autorização para o funcionamento da então Fundação Faefija e em 20 de junho de 1972 a Instituição iniciou suas atividades, através de seu fundador e diretor, professor Rodrigo Octávio Torres Pereira, obedecendo ao decreto N.º 70.425, de 17 de abril de 1972, do presidente da República e ministro da Educação, publicado no Diário Oficial da União, edição de 19 de abril de 1972, o qual autorizava seu funcionamento.

O Decreto número 79.150, de 19 de janeiro de 1977, do presidente da república, publicado às folhas 737 do Diário Oficial da União, de 20 de janeiro de 1977, homologou o Parecer n.º 3749/76, concedendo o reconhecimento aos Cursos de Educação Física e de Técnico de Desportos, desta Faculdade.

A Instituição instalou-se na Escola Estadual Imaculada Conceição, onde funcionou de 1972 até 1990 e, no dia 20 de agosto de 1991, transferiu-se para sua sede própria na Alameda Padre Magno, 841. A galeria de diretores da Instituição é formada pelos professores Rodrigo Otávio Torres Pereira (1972 a 1976), Wagner Holtz Merége (1977 a 1981/ 1991 a 1995), Lia Lima (1981 a 1983), Hayrton Tobias Mendes de Andrade (1983 a 1987), Carlos Eduardo Corrêa da Silva (1987 a 1991), Sueli Carrijo Rodrigues (1995 a 2000), Rinaldo Bernardelli Junior (2000 a 2004 / 2004 a 2010) e Fábio Antonio Néia Martini (2010 a 2014).

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