DIREITOS HUMANOS E PROCESSO PENAL
Ementa
Abordagem dos direitos humanos a partir de sua base jusfilosófica, das idéias preparatórias na filosofia grega, passando pela doutrina do direito natural, pelo positivismo jurídico até a concepção de justiça política, com o objetivo de indicar critérios e condições determinantes de uma dominação justa que auxiliem o contraponto em relação à identificação de formas injustas de coerção. A partir do estudo da evolução histórica dos direitos humanos, busca-se compreender como se deu a sua afirmação histórica, situando-os no ordenamento constitucional brasileiro. Estabelecida o regime jurídico dos direitos fundamentais, a abordagem passa a ser a sua interpretação e o estudo de técnicas para sua proteção dentro do processo penal. Enfatiza o aspecto processual da tutela dos direitos humanos, concentrando o estudo no processo penal como sua garantia ativa e passiva, atualizando os mandamentos constitucionais, sob enfoque das distorções do sistema penal.
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ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO E SUA RESPONSABILIDADE
Ementa
A disciplina proporcionará o estudo do Estado e do desenvolvimento de sua atividade nas três searas de exercício do Poder (Legislativa, Executiva e Judiciária), bem como a análise do impacto das escolhas de seus agentes na vida das pessoas e a eventual necessidade de reparação dos danos causados no exercício da função pública como forma de realização dos direitos fundamentais.
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ESTUDOS AVANÇADOS EM TEORIA GERAL DO DIREITO
Ementa
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FILOSOFIA DO DIREITO
Ementa
As Ciências Humanas no século XX. Problemas de Epistemologia Contemporânea. Problemas da Epistemologia do Direito. A linguagem. A dedução antagônica e simbólica. A indução, hipóteses e probabilidades. Problemática da Ciência Jurídica. Filosofia geral e filosofia jurídica. Filosofia e ciência do direito. Modelos de filosofia jurídica. Projeções históricas e sociológicas: Idéias e ideologias, Verdade e historia. Ontognosiologia jurídica: Posições atuais. Os equívocos idealistas e a epistemologia jurídica. Teoria geral dos valores e valores jurídicos. Filosofia jurídica e ética. Direitos humanos e filosofia jurídica. Filosofia jurídica e teoria política. Filosofia jurídica no brasil. Filosofia jurídica e dialética do ordenamento jurídico. Tendência e perspectivas da filosofia jurídica atual. Teoria do direito e práxis jurídica. As técnicas de dominação e os conflitos libertadores. O estatuto epistemológico do Direito. A Tríplice Perspectiva dogmática-lógico-estimativa da Ciência Jurídica e o Método empírico-dialético na Escola Egológica. Axiologia Jurídica: Problemas de Valor em Direito. Justiça. Filosofia da Norma Jurídica.
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METODOLOGIA DA PESQUISA JURÍDICA
Ementa
Epistemologia e Teoria do Conhecimento. Epistemologia e Filosofia da Ciência. Epistemologia: conceito, saber, senso comum e ciência. As diversas abordagens epistemológicas. Pesquisa científica e pesquisa em ciências sociais. As especificidades da pesquisa em direito. Métodos e linguagem científica. Aspectos técnicos da elaboração do trabalho científico: instrumentos de investigação, escolha do tema, plano de trabalho, elaboração do texto. A normalização dos textos de acordo com as regras da ABNT. Os vários tipos de produção científica. Artigos científicos. Dissertação.
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O PROCESSO E A EXCLUSÃO SOCIAL
Ementa
Formas de exclusão social. Fatores de exclusão. Direito e Justiça. Direitos fundamentais sociais (saúde, educação, trabalho, previdência social, moradia, alimentação, desenvolvimento sustentável e segurança). Desigualdade social e Pobreza. Diferenças sociais e desequilíbrio no Processo. Direito de igualdade no Processo. Formalidade processual e exclusão. Formalidade processual e obstáculo à efetividade do processo. O processo como instrumento da inclusão social: Possibilidades. Formas alternativas de composição de conflitos. O acesso à justiça. Efetividade e formas diferenciadas de tutela. Cidadania. Tutela jurisdicional. Tutela do processo e tutela do direito.
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O PROCESSO E A FUNÇÃO POLÍTICA
Ementa
Premissas ontognosiológicas. Direito, sociedade e poder. Direito, processo e ordenamento jurídico. Fontes e interpretação da norma processual. Neoconstitucionalismo e Neoprocessualismo. Jurisdição: conceito, extensão e papel do Judiciário na efetivação de políticas públicas e direitos fundamentais. Tutela jurídica e tutela jurisdicional. Relação jurídica de direito material e processo. Processo e procedimento. Natureza jurídica do processo. Princípios do direito processual. Princípios informativos, princípios gerais e princípios constitucionais. Atividade dos sujeitos do processo: ação e defesa. Ministério Público social. A cognição no direito processual. Teorias da argumentação jurídica e dever de motivação das decisões judiciais.
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PERSONALIDADE E RESPONSABILIDADE
Ementa
Direitos indisponíveis, limites da ciência e o respeito à dignidade humana. Avanços tecnológicos e tutela constitucional. Pesquisa científica em seres humanos: limites e possibilidades. O acesso aos benefícios da biotecnologia. Propriedade intelectual. As modificações das relações pessoais e familiares. A reprodução assistida. Projeto genoma. Pesquisa com embriões humanos, alterações de sexo e eugenia. O Direito de redesignação do estado sexual e suas conseqüências. A possibilidade e a necessidade de resgate da perspectiva ético-científica.
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POLITICAS PÚBLICAS E EFETIVAÇÃO DOS DIREITOS SOCIAIS
Ementa
Direitos sociais e sua efetivação. Serviços públicos, usuário e consumidor. Ciclo de política pública: formação e efetivação. Participação e controle político e social. Orçamento, mínimo existencial e reserva do possível. Discricionariedade e interdependência de poderes. Eficiência e controle jurisdicional de políticas públicas. Limitação da jurisdição: pedido e provimento jurisdicional em política pública e eficácia. Mandato do administrador público e interesse público e social.
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REFLEXOS JURÍDICOS DA GLOBALIZAÇÃO
Ementa
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SERVIÇOS PÚBLICOS: NOVOS CONTORNOS
Ementa
Serviços públicos. Formas de prestação, eficácia e eficiência. Serviços públicos e direitos fundamentais . Formas de transferência do serviço público para a iniciativa privada. O Terceiro Setor. ONGs. OSCIPs. Responsabilidade do Estado pelo uso inadequado de recursos públicos e má prestação de serviços públicos.
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SISTEMA PENAL E A EXCLUSÃO SOCIAL
Ementa
Sistema penal e ideologia. Formação da norma e bens jurídicos constitucionais, aplicação e interpretação da norma penal. Instituições do sistema penal (polícia, Ministério Público, Judiciário). Persecução penal e dignidade da pessoa humana: limites da atividade persecutória. Preservação dos direitos na investigação criminal, processo e cumprimento da pena. Investigação criminal e participação das partes. Segurança pública, eficiência e controle jurisdicional. Diminuição dos efeitos da exclusão social pelo envolvimento em prática criminosa. Justiça restaurativa.
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SISTEMAS INTERNACIONAIS DE PROTEÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS
Ementa
Normas e Sistemas de Proteção internacional dos Direitos Humanos; relação do Direito Internacional Público e a Proteção Internacional dos Direito Humanos; Sistema Interamericano de Proteção dos Direitos Humanos; Sistema Europeu de Proteção dos Direitos Humanos.
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TEORIAS DA CONSTITUIÇÃO
Ementa
Constituição e constitucionalismo (neoconstitucionalismo). Teoria do Poder Constituinte. Supremacia, força normativa e controle de constitucionalidade. Norma e estrutura da constitucional. Hermenêutica constitucional. Princípios e regras. Princípios metodológicos e jurídicos. Teoria da Constituição na contemporaneidade: papel, limites e possibilidades da constituição. Direitos fundamentais. Abertura e flexibilidade. Regime jurídico. Colisão e concorrência . Eficácia e efetividade.
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TEORIAS DA JUSTIÇA
Ementa
A Disciplina Teoria da Justiça estabelece uma interface significativa entre as disciplinas do programa, abordando de forma sistemática os principais temas da área de concentração. Para tanto, reconstrói o problema da justiça na história do pensamento político-filosófico, partindo da contribuição aristotélica, e da tradição racionalista, para concentrar-se de forma não exclusiva no debate contemporâneo dos utilitaristas, neocontratualistas, comunitaristas e habermasianos.
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TEORIAS POLÍTICAS
Ementa
Estado: histórico e conceitos. Cronologia do Estado. Perfis ideológicos do Estado. O Estado Contemporâneo: Teorias Políticas. Estado e Constituição. O poder constituinte. A Teoria de Sieyès. Reforma e Revisão Constitucional no Direito Brasileiro. Formas e Sistemas de Governo. Os Direitos e Garantias Individuais e Coletivas. A Intervenção do Estado no Domínio Econômico e Social.
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WRÓBLEWSKI, Jerzy. Constitución y teoría general de la interpretación jurídica. Trad. de Arantxa Azurza. Madrid: Civitas, 1985.
TRIBUTAÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS
Ementa
Análise econômica do direito. Constitucionalização do fenômeno financeiro. Caracterização das normas, princípios e regras constitucionais tributárias. Apreciação crítica do sistema constitucional tributário: suas vicissitudes à luz da interpretação doutrinária e jurisprudencial; tensões, limites e alternativas fundadas nos valores humanos. O problema do planejamento público em conexão com a segurança jurídica e a moralidade fiscal. Ética e planejamento tributário. Custo dos direitos. Planejamento e políticas públicas.
Referências Bibliográficas
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ROSANVALLON, Pierre. A crise do Estado-providência. Tradução de Joel Pimentel de Ulhôa, Goiânia: UFG; Brasília: UnB, 1997.
TUTELAS DOS INTERESSES TRANSINDIVIDUAIS
Ementa
A Tutela dos Direitos Difusos, coletivos e Individuais Homogêneos. Direito Difusos. Conceito. Características dos direitos Difusos. Indeterminação dos sujeitos. A Indivisibilidade do Objeto. A Intensa Litigiosidade Interna. Transição e Mutação no Tempo e no Espaço. Áreas Conflituosas Propícias à Revelação de interesses Difusos. Interesses difusos coletivos e individuais homogêneos. Direitos Coletivos. Características dos direitos coletivos. Tutela dos Direitos Constitucionais Difusos. Tutela do Meio Ambiente. Tutela do Consumidor. Tutela da Ordem Econômica. Tutela da Moralidade Pública. Tutela do Patrimônio Cultural. Tutela de Outros Direitos e Interesses Difusos. Tutela Coletiva de Direitos. Ação Civil Pública. Conceito e Conteúdo. O objeto da ação civil pública. O Interesse à propositura da Ação Civil Pública. O Interesse Individual. Os Interesses Coletivos. Os interesses e sua colocação entre os direitos subjetivos e os interesses simples. Legitimação para agir. Os colegitimados ativos. O procedimento na Ação Civil Pública. Coisa julgada nas ações coletivas. Ação popular. Mandado de segurança coletivo.
Referências Bibliográficas
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BASES EPISTEMOLÓGICAS E O SISTEMA POLÍTICO COMO FUNDAMENTOS PARA A ANÁLISE DO DIREITO
Ementa:
Fundamentos históricos epistemológicos da realidade sócio-econômica e da crise civilizacional contemporânea. Conceito de política e política pública. Conceito de sistema político e o ordenamento das temáticas, demandas e questões que se apresentam na contemporaneidade e sua influência no Direito. A perspectiva crítico-dialética como fundamento para a pesquisa na área do Direito. Economia política e desenvolvimento econômico na América Latina; Estado Brasileiro: do desenvolvimentismo ao modelo liberal periférico; Políticas Sociais e capitalismo dependente. Desenvolvimento e a questão ambiental.
Bibliografia:
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DILEMAS DA DEMOCRACIA CONSTITUCIONAL CONTEMPORÂNEA
Ementa:
O ano de 2018 foi marcado pelo 30º aniversário da Constituição brasileira e 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Em comum esses documentos representam o compromisso histórico com determinados conteúdos associados à proteção da dignidade humana. Esse comprometimento formal depende, todavia, de condições políticas específicas para ensejar a concretização dos direitos humanos e fundamentais. Nesse ponto, a democracia constitucional tem se descortinado como o ambiente que reúne as melhores oportunidades para a fruição desses direitos. Dentre as suas diversas vantagens, a democracia constitucional proporciona o respeito à dignidade individual na forma de igualdade política; ela traz ainda benefícios materiais advindos do seu exercício a longo prazo e também constitui um regime profícuo pelo fato de viabilizar a exteriorização das discordâncias. Ocorre que a emergência de recentes fatos políticos por todo o mundo tem gerado a discussão em torno dos instrumentos disponíveis para manter o pacto democrático constitucional. Os últimos anos foram marcados pela ascensão de governos com um discurso restritivo no tocante à abrangência dos direitos humanos (anti-imigração, por exemplo); pela utilização indevida de massivas informações privadas para influenciar o direcionamento de escolhas eleitorais (Cambridge Analytica); por discursos de questionamento das regras eleitorais e negação da legitimidade dos oponentes; e por fim, pela prática de atentar contra instituições judiciais (caso Polônia). Todas essas ações impactam de forma incisiva os pilares da democracia constitucional. Diversamente dos golpes militares de Estado do século XX, atualmente tem-se percebido que a dissolução da democracia constitucional não acontece na forma de uma ruptura com um momento específico e claro de identificação. Pelo contrário, seu enfraquecimento advém de um processo gradual, com medidas sutis, de constitucionalidade duvidosa. Em razão disso, são mais difíceis de serem diagnosticas. Diante desse contexto, foram selecionados diversos textos atuais em torno dos principais problemas enfrentados pela teoria e prática da democracia constitucional mundo afora, a fim de propiciar um debate acadêmico a respeito das principais questões constitucionais da temática.
Bibliografia:
1 - Constitucionalismo e Democracia - COSTA, Alexandre Araújo. O poder constituinte e o paradoxo da soberania limitada. Teoria e Sociedade, nº 19.1, 2011. 2 - Igualdade política e desigualdade social- DAHL, Robert. On political equality. Yale University Press, 2006. p. 1 - 29 - BELLAMY, Richard; MERKEL, Wolfgang. Challenges of Inequality to Democracy. In: FLEURBAEY, Marc. A manifesto for social progress. Ideas for a better society. Cambridge University Press, 2018. 3 - Democracia direta: referendos - FRANÇA, Ana. Os referendos são perigosos para a democracia? Observador, 05/12/2016. https://observador.pt/especiais/os-referendos-sao-perigosos/ - TIERNEY, Stephen.
Constitutional referendums: a theoretical enquiry. The Modern Law Review, 72(3), 2009 4
Constituições impostas - LAW, David. The mith of the imposed constitutions. Legal Studies Research Paper Series, nº 13-05-01, 2013. p. 242-244 LAW, David. Imposed constitutions and romantic constitutions. Legal Studies Research Paper Series, n. 18-05-01, 2018. 5 - Constitucionalismo abusivo
- LANDAU, David. Abusive constitutionalism. University of California Davis Law Review, 47,
- 6 - Crise da democracia constitucional - GRABER, Mark; LEVINSON, Sanford;
TUSHNET, Mark (Ed). Constitutional Democracy in Crisis? OUP, 2018, p. 1-9; 29-47. 7 - Populismo
- 6.1. MÜLLER, Jan-Werner. What is populism? University of Pennsylvania Press, 2016. p. 1- 85. -
6.2 - LACLAU, Ernesto. A razão populista. São Paulo: Três Estrelas, 2018. p. 9-56; 150-194; 317329 - 6.3 - MOUFFE, Chantal. La única manera es desarrollar un populismo de izquierda. El País, 25/11/2018. https://www.pagina12.com.ar/157798-la-unica-manera-es-desarrollar-unpopulismodeizquierda ZIZEK, Slavoj. The populist temptation. In: GEISELBERGER, Heinrich (Ed). The great regression. Polity Press, 2017. B - ATIVIDADE DE ENCERRAMENTO: - FREUD, Sigmund.
Psicologia das massa e a análise.
SEMINÁRIOS DE PESQUISA ORIENTADA
Ementa
O discente deverá permanecer matriculado nos Seminários de Pesquisa Orientada desde o início do doutorado até a qualificação. Serão desenvolvidas atividades relacionadas à docência e a diversos exercícios científicos, como publicações, palestras, conferências, aulas especiais, dentre outras similares, e pesquisa orientada com relação à tese.
Bibliografia
ACKOFF, Russel: Planejamento de Pesquisa Social. São Paulo: Herder-EDUSP, 1967 BARROS, Aidil de
Jesus: Projeto de Pesquisa - Propostas Metodológicas. Petrópolis: Vozes, 1990. . BASTOS, Lília da Rocha, PAIXÃO, Lyra e FERNANDES, Lucia Monteiro: Manual para a Elaboração de Projetos e Relatórios de
Pesquisa, Teses e Dissertações. Rio de Janeiro: Zahar Editores - UFRJ, 1982. CARRAHER, David: Senso Crítico do Dia-a-Dia das Ciências Humanas. São Paulo: Pioneira, 1983. DEMO, Pedro: Metodologia Científica em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, 1981. ECO, Umberto: Como se Faz uma Tese em Ciências Humanas.
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Pioneira, 1991.
CRIMINALIDADE E ADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA PENAL
Ementa
Analisar as diferentes teorias criminológicas relacionadas ao tema do controle social, do crime e dos mecanismos institucionais de controle penal. Analisar as novas formas de criminalidade e os possíveis mecanismos formais e informais da sua contenção. Estudar o funcionamento e os contornos da administração da justiça penal, enfatizando os aspectos relacionados ao sistema penitenciário.
Bibliografia
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DESAFIOS DO DIREITO: GÊNERO E SEXUALIDADES
Ementa
Compreender dinâmica familiar, jurídica e estatal no que tange as identidades de gênero e as sexualidades no processo de luta por reconhecimento e garantia de direitos. - Desvendar os conceitos de sexualidades e gênero em seus aspectos de construções sócio-histórico-cultural por intermédio da bioética; - Entender a diferença e semelhanças entre os discursos de gênero e sexualidades e as demandas sociais; - Compreender a teoria do reconhecimento de Hegel e Honneth como aporte teórico filosófico base na identificação dos fatores de demanda social no que tange o gênero e as sexualidades; - Vislumbrar as sexualidades e o gênero como parte da gramática social conflituosa no processo de garantia de direitos; - Averiguar os Direitos fundamentais e a proteção internacional acerca das sexualidades e das identidades de gênero; - Abarcar o Direito das famílias e os reflexos na sexualidade e no gênero; - Analisar os deveres do Estado frente as demandas de gênero e sexualidades; - Assimilar o processo de luta por reconhecimento como meio para concretização de direitos.
Bibliografia
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O USO POLÍTICO E ESTRATÉGICO DO DIREITO PENAL. REFLEXÕES SOBRE O SISTEMA PUNITIVO E A EXCLUSÃO SOCIAL A ADMINISTRAÇÃO DOS CONFLITOS CRIMINAIS
Ementa
Punição e ideologia. Seletividade do sistema penal e a dignidade da pessoa humana. A preservação dos direitos e garantias fundamentais na administração dos conflitos criminais. Persecução penal e participação ativa dos envolvidos. A importância do protagonismo da vítima na construção da responsabilização criminal. O respeito aos direitos das vítimas e da comunidade. Segurança pública como fator de implemento da cidadania. Os motivos e as ações de exclusão social pelo envolvimento em práticas criminosas: a reprovação moral e política por meio do punitivismo. Lawfare: consequências geopolíticas e na vida pública. A busca de uma nova consciência coletiva. A justiça restaurativa. A necessidade de restauração do vínculo comunitário.
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TÓPICOS ESPECIAIS
Ementa
Disciplina de conteúdo aberto que permite a abordagem de temas relevantes e contemporâneos das ciências jurídicas, normalmente ofertada em regime de cotutela por professores do programa e participantes externos estrangeiros. O objetivo da disciplina é discutir temas relacionados à área de concentração do programa e suas respectivas linhas de pesquisa, enfocando as consequências históricas e perspectivas contemporâneas de abordagens da dogmática jurídica a partir da teoria crítica.
SISTEMAS JURÍDICO-PENAIS CONTEMPORÂNEOS EM PERSPECTIVA CRÍTICA
Ementa:
Descrição: A dicotomia artificiosamente criada entre efetividade da jurisdição penal e proteção de garantias individuais continua sendo tema de acirrados debates, especialmente à luz da Constituição Federal de 1988, a partir da qual se busca construir um processo penal democrático, de feição acusatória e não inquisitorial, pautado pela presunção de inocência, igualdade entre as partes e respeito às liberdades individuais. Na sociedade hodierna, os rumos tomados pelo processo penal, sobretudo diante das novas formas de criminalidade, impõem a releitura de todo o ordenamento jurídico a partir do quadro axiológico constitucional e da própria concepção de Estado Democrático de Direito. No entanto, compreende-se que essa releitura não pode ser feita isoladamente pela dogmática processual penal, pois a construção de uma perspectiva crítica para construção de uma jurisdição penal efetivamente comprometida com a Democracia, demanda que se faça um trabalho dialógico com outros ramos do conhecimento, como a Sociologia, a Antropologia, a Criminologia e a Política Criminal. A partir desses conhecimentos, será possível fornecer aos alunos os recursos ou instrumentos necessários para que as estruturas tradicionais do processo penal sejam desconstruídas, e outros (novos) mecanismos possam ser pensado, estes sim verdadeiramente comprometidos com a concretização das garantias fundamentais, com a prática democrática e a inclusão social. A disciplina buscará discutir, de forma interdisciplinar, os problemas contemporâneos da jurisdição criminal, a fim de buscar a efetividade das garantias constitucionais como meio para se consolidar uma política criminal não excludente. Considerando a Área de Concentração do Programa - Teorias da Justiça: Justiça e Exclusão – e, especialmente, a Linha 1 - Jurisdição, direitos fundamentais e efetividade da justiça – a presente proposta tem plena aderência ao programa e propiciará significativo incremento das produções científicas dentro dessa temática.
Referências Bibliograficas
Teoria crítica como ferramenta de análise dos sistemas jurídico-penais contemporâneos.
Textos-referência:
GALEANO, Eduardo. De pernas pro ar: a escola do mundo ao avesso. Trad. Sergio Franco. Porto Alegre: L&M, 2020.
BATISTA, Nilo. Sobre el filo de la navaja. Revista EPOS, Rio de Janeiro – RJ; vol2, nº1, janeiro-junho de 2011.
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ZAFFARONI, E. R. A questão criminal. Trad. Sérgio Lamarão. Rio de Janeiro: Revan, 2918.
Autoritarismo e gênese do processo penal brasileiro.
Discussão do texto:
SILVEIRA, Felipe Lazzari. Para uma crítica da razão fascista no processo penal brasileiro. São Paulo: Tirant Lo Blanch, 2021.
Sistemas processuais penais em debate: caracterização das práticas punitivas e insuficiência dos critérios tradicionais de distinção.
Texto-referência:
GLOECKNER, Ricardo Jacobsen (org.). Sistemas processuais penais [livro eletrônico]. 2 ed. São Paulo: Tirant Lo Blanch, 2021.
COUTINHO, J. N. M. Uma breve síntese histórica-filosófica-jurídica-processual sobre os sistemas processuais penais. Revista Brasileira de Ciências Criminais, v. 29, p. 101-114, 2021.
Verdade e persecução penal: a permanente “busca” por legitimação.
Discussão dos textos:
ACHUTTI, Daniel; RODRIGUES, Roberto da Rocha. Tempo, Memória e Direito no Século XXI: o delírio da busca da verdade real no processo penal. Revista Transdisciplinar de Ciências Penitenciárias, v. 4, p. 137-152, 2005.
FERRAJOLI, Luigi. Direito e razão. Teoria do garantismo penal. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2010, p. 48-98
A prova no processo penal e as dimensões da presunção de inocência ou de não-culpabilidade: produção, gestão e valoração probatória.
Textos-referência:
ALCOCEBA GIL, Juan Manuel. Los estándares de cientificidad como criterio de admisibilidad de la prueba científica. Revista Brasileira de Direito Processual Penal, Porto Alegre, vol. 4, n. 1, p. 215-242, jan./abr. 2018. https://doi.org/10.22197/rbdpp.v4i1.120
ANDRÉS IBÁÑES, Perfecto. Princípio de Presunção de Inocência e Princípio de Vitimização: Uma Convivência Impossível. Trad. Janaína Matida; Aury Lopes Junior. Revista Brasileira de Ciências Criminais. v. 185. p.85-100, Nov. 2021.
BADARÓ, Gustavo H. Editorial dossiê “Prova penal: fundamentos epistemológicos e jurídicos”. Revista Brasileira de Direito Processual Penal, Porto Alegre, vol. 4, n. 1, p. 43-80, jan./abr. 2018. https://doi.org/10.22197/rbdpp.v4i1.138
FERRER BELTRÁN, Jordi. Uma concepção minimalista e garantista de presunção de inocência. Revista Brasileira de Direito Processual Penal, Porto Alegre, vol. 4, n. 1, p. 149-182, jan./abr. 2018. https://doi.org/10.22197/rbdpp.v4i1.131
Prisão e Liberdade no processo penal brasileiro. Expansão do controle social por meio de medidas alternativas.
Discussão dos textos:
FOUCAULT, Michel. Alternativas à prisão: um encontro com Jean-Paul Brodeur. São Paulo: Vozes, 2022.
CARVALHO, Salo. Substitutivos Penais na Era do Grande Encarceramento. In: Pedro Vieira Abramovay; Vera Malaguti Batista. (Org.). Depois do Grande Encarceramento. 1ed.Rio de Janeiro: Revan, 2010, v. 01, p. 357-382.
BORGES, C. M. R.; OLIVEIRA, J. R. A expansão do controle por meio das medidas cautelares pessoais diversas da prisão. Revista da Faculdade de Direito da UFPR, v. 59, p. 225-247, 2014.
Tema: Decolonialidade e processo penal: problematização e possibilidades de desconstrução dos fundamentos contemporâneos do processo penal a partir de estudos decoloniais.
Textos-referência:
BALLESTRIN, L. América Latina e o giro decolonial. Revista Brasileira de Ciência Política, [S. l.], n. 11, p. 89–117, 2013. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/rbcp/article/view/2069. Acesso em: 9 jun. 2023.
KHALED JR, Salah H.; DIMOU, E. Da Criminologia Crítica à Criminologia Cultural: explorando novas avenidas de investigação para o desenvolvimento da Criminologia Crítica brasileira. Revista Brasileira de Ciências Criminais, v. 193, p. 67-107, 2022.
CARVALHO, Salo. O Encarceramento Seletivo da Juventude Negra Brasileira: a decisiva contribuição do Poder Judiciário. Rev. Fac. Direito UFMG, n. 67, Belo Horizonte, 2015, pp. 623-652 [Artigo disponível em: https://www.researchgate.net/publication/304577123_O_Encarceramento_Seletivo_da_Juventude_Negra_Brasileira_ a_decisiva_contribuicao_do_Poder_Judiciario]
CARVALHO, Salo. Curso de Criminologia Crítica Brasileira. Rio de Janeiro: Revan, 2022, pp. 137-192. SOZZO, Máximo ¿Más allá de la ‘tesis de la penalidad neoliberal’? Giro punitivo y cambio político en américa del sur. Revista Brasileira de Ciências Criminais, v. 129, p. 321-348, Mar. 2017.
Novas tecnologias no sistema de justiça criminal: implicações éticas e consequências sociais.
Discussão dos textos:
AZEVEDO, Rodrigo Ghiringhelli de; DUTRA, L. D. M. Inteligência artificial, big data e algoritmos: policiamento e as novas roupagens de um agir discriminatório. Revista brasileira de ciências criminais, v. 183, p. 247-268, 2021.
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DIAS, Felipe da Veiga. Algoritmos de predição no sistema penal: as profecias tecnopolíticas que se autorrealizam no século XXI. Revista Brasileira de Ciências Criminais, vol. 183/2021, p. 99 – 124, Set, 2021.
MENDES, Carlos Hélder Carvalho Furtado. Dataficação Procedimental Penal: Interseções entre o precrime como antecipação do campo da tutela penal e o direito processual autoritário. Revista Brasileira de Ciências Criminais, v. 185, p. 161-200, nov. 2021
Injustiças epistêmicas no processo penal
Textos-referência
DE BRASI, L. Jueces e injusticias epistémicas: Recomendaciones institucionales y la interdependencia de lo individual y lo estructural. Revista Brasileira de Direito Processual Penal, [S. l.], v. 9, n. 1, 2023. DOI: 10.22197/rbdpp.v9i1.794. Disponível em: https://revista.ibraspp.com.br/RBDPP/article/view/794.
PÁEZ, A..; MATIDA, J. Editorial do dossiê “Injustiça epistêmica nos contextos penal e processual penal”. Revista Brasileira de Direito Processual Penal, [S. l.], v. 9, n. 1, 2023. DOI: 10.22197/rbdpp.v9i1.821. Disponível em: https://revista.ibraspp.com.br/RBDPP/article/view/821. FRICKER, M. Injustiças Testemunhais Institucionalizadas: A construção do Mito da Confissão. Revista Brasileira de Direito Processual Penal, [S. l.], v. 9, n. 1, 2023. DOI: 10.22197/rbdpp.v9i1.820. Disponível em: https://revista.ibraspp.com.br/RBDPP/article/view/820.
Ideologia de Segurança Pública e seus Reflexos para o Processo Penal: Uma Análise Crítica e Prospectiva.
Discussão dos textos:
BARATTA, A. Política criminal: entre la política de seguridad y la política social (1997). In: ELBERT, Carlos Alberto (org). Criminología y sistema penal. Buenos Aires: B de F, 2004. BRANDARIZ GARCÍA, J.A. Gerencialismo y políticas penales. Revista eletrônica Direito e Sociedade, Canoas, v. 3, n. 1, p. 109-138, 2015.
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A Lei 13.964/2019: entre Recrudescimento do Sistema Penal e Ampliação das Garantias Individuais Processuais Penais. Conformação e resistência do poder punitivo.
Textos-referência
CARVALHO, Salo de. A estrutura lógica e os fundamentos ideológicos do sistema de penas no Projeto de Lei Anticrime. Revista da Faculdade de Direito UFPR, Curitiba, PR, Brasil, v. 64, n. 3, p. 161-192, set./dez. 2019. ISSN 2236-7284. Disponível em: . Acesso em: 11 mar. 2020. DOI: http://dx.doi.org/10.5380/rfdufpr.v64i3.66656.
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A jurisdição criminal na perspectiva de gênero: interlocuções a partir do Protocolo do CNJ para julgamento em perspectiva de gênero. Prisão preventiva e domiciliar de mulheres mães e gestantes. Julgamentos de crimes que envolvem violência de gênero.
Discussão dos textos:
CIRINO, S. M.; FELICIANO, J. Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero: Abertura para uma Mudança Epistemológica no Direito e na Prática Jurídica no Brasil. Direito Público, [S. l.], v. 20, n. 106, 2023. DOI: 10.11117/rdp.v20i106.7137. Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/7137.
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CIRINO, Samia Moda; CASTRO, Bruna Azevedo de. Por epistemologias feministas na formação de profissionais do direito: análise a partir da tese de legítima defesa da honra nos casos de feminicídio. Revista da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais, v. 79, p. 59-86, 2021. Disponível em: https://revista.direito.ufmg.br/index.php/revista/article/view/2124 MONTEIRO GARCIA, R.; TRINDADE SILVA BORGES, J.; DE ARAUJO ROCHA, A. C. . Mulher, perigosa e mãe: uma análise dos discursos jurídicos denegatórios à concessão de prisão domiciliar. Revista de Estudos Empíricos em Direito, [S. l.], v. 10, p. 1–30, 2023. DOI: 10.19092/reed.v10.791. Disponível em: https://www.reedrevista.org/reed/article/view/791. Acesso em: 1 ago. 2023.
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GONÇALVES, V. C.; DANCKWARDT, C. O monitoramento eletrônico de mulheres na Comarca de Porto Alegre. Revista da Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, n. 17, p. 135–149, 2017. Disponível em: https://revista.defensoria.rs.def.br/defensoria/article/view/182. Acesso em: 1 ago. 2023.
O tratamento jurídico-penal conferido às pessoas com transtorno mental que cometem ato ilícito: uma análise da Resolução 487/2023 do CNJ.
Textos-referência:
ALMEIDA, Letícia Gabriella; GIACOIA, Gilberto. O modelo penal-psiquiátrico do asilamento sob a ótica da lei 10.216/2001. Revista Brasileira de Ciências Criminais, v. 151, p. 43-73, 2019. MACHADO, Bruno Amaral; MESSERE, Fernando Luiz de Lacerda . Reforma psiquiátrica e justiça criminal no Distrito Federal : uma análise exploratória das quesitações em incidentes de insanidade mental. Revista Brasileira de Ciências Criminais, v. 28, p. 395-419, 2020.
WEIGERT, M. A. B.; CARVALHO, S. Reflexões Iniciais sobre os Impactos da Lei 10.216/01 nos Sistemas de Responsabilização e Execução Penal. Responsabilidades: Revista Interdisciplinar do Programa de Atenção Integral ao Paciente Judiciário - PAI-PJ, v. 02, p. 285-301, 2013.
Justiça penal negocial, delação premiada e justiça restaurativa.
Discussão dos textos:
AZEVEDO, Rodrigo Ghiringhelli de; SANTOS, M. K. B. Justiça Restaurativa em casos de Violência Doméstica no Brasil: promessas para as mulheres vítimas. Revista Brasileira de Ciências Criminais, v. 196, p. 123-161, 2023.
CAMPOS, C. H.; PADAO, J.; Desafios para aproximar violência de gênero e justiça restaurativa. Revista Brasileira de Ciências Criminais, v. 196, p. 19-39, 2023.
CARVALHO, SALO; ACHUTTI, Daniel Silva. Justiça Restaurativa em Risco: a crítica criminológica ao modelo judicial brasileiro. Sequencia, v. 42, p. 1-39, 2021.
GLOECKNER, R. J.. Justiça negocial e acordo de não persecução penal. Revista Brasileira de Ciências Criminais, v. 191, p. 329-373, 2022.
JOBIM, Augusto; GLOECKNER, R. J.. A Delação nos Sistemas Punitivos Contemporâneos. Revista Brasileira de Ciências Criminais, v. 128, p. 65-89, 2017.
SANTANA, S. P.; OLIVEIRA, T. L. M. Justiça restaurativa e garantismo penal: aspectos de divergência e convergência. Revista Brasileira de Ciências Criminais, v. 136, p. 235-266, 2017.
O processo penal como instrumento de legitimação ou tensionamento do poder punitivo. É possível pensar um sistema de justiça criminal emancipador e não-excludente?
Texto-referência:
DÍEZ RIPOLLÉS, José Luis. El abuso del sistema penal. Revista Electrónica de Ciencia Penal y Criminología (en línea). 2017, núm. 19-01.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
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INCLUSÃO, ESTADO E EQUIDADE
Ementa:
A disciplina se propõe analisar, avaliar, propor estratégias de utilização das normativas existentes conforme a necessidade e ou eventualmente sugerir alterações ou inovação para: impulsionar o bem comum; a redução de desigualdades; o desenvolvimento sustentável; o meio ambiente adequado e os direitos humanos. Desta maneira, objetivando a Inclusão social e a Equidade na atuação do Estado, se utilizará dos elementos entre outros da Teorias da Justiça, Direitos Humanos, Analise Econômica do Direito, Inteligência Artificial, Direito Comportamental, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas.
Bibliografia:
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TEORIAS DA REPRESENTAÇÃO POLÍTICA
Ementa
Descrição: A representação política e o seu corolário institucional a democracia representativa são elementos centrais da política contemporânea. Em muitas ocasiões são colocadas como o ponto final da imaginação política, de onde não haveria possibilidade de superação. Se essa constatação é verdadeira, o tema da representação política merece ser visitado para se entender os seus fundamentos e as suas transformações. Nesse ponto, esse curso busca apresentar um conjunto de ferramentas teóricas em torno da representação política para que se possa avaliar a política representativa contemporânea. Além disso, se a constatação anterior não é verdadeira, ou seja, se a representação política não pode ser o limite da imaginação política, esse curso busca apresentar ferramentas teóricas em torno da representação política que questionam o próprio mecanismo representativo.
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3.5 – Abade de Sieyès
Texto-base: PIRES, Matheus Conde; LIMA, Jairo. Quando a democracia encontra o constitucionalismo: a dupla face da teoria constitucional de Sieyès. Duc in Altum, v. 13, nº 31, 2021.
3.6 – Carl Schmitt
Texto-base: SCHMITT, Carl. A crise da democracia parlamentar. São Paulo: Scritta, 1996, p. 1-48.
3.7 – Hannah Pitkin Leitura analítica: PITKIN, Hannah. The concept of representation. University of California Press, 1972.
3.8 – Bernard Manin Leitura analítica: MANIN, Bernard. The principles of representative government. Cambridge University Press, 1997.
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3.11 – Nadia Urbinati Leitura analítica: URBINATI, Nadia. Representative democracy: principles & genealogy. The University of Chicago Press, 2006.
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DOTTI, Jorge. La representación teológico-política en Carl Schmitt. Avatares Filosóficos, nº 1, 2014.
DUSO, Giuseppe. La rappresentanza politica: genesi e crisi del concetto. Milano: Franco Angeli, 2003.
ENAUDEAU, Corinne. La paradoja de la representación. Paidós, 1999.
FRASER, Nancy. Repensando o reconhecimento. Revista Enfoques, Rio de Janeiro, v. 9, n. 1, 2010. GARGARELLA, Roberto. Nos los representantes: crítica a los fundamentos del sistema representativo. MD Editores, 1995.
GOLDONI, Marco. La dottrina costituzionale di Sieyès. Firenze: Firenze University Press, 2009. GÓMEZ, M. Isabel Garrido. The legal culture of political representation: evolution and balance of its current situation within democracies. International Journal for the Semiotics of Law, 29, 2016. LIMONGI, Maria Isabel. Estado representativo/governo representativo: sobre os aspectos democráticos da representação política em Hobbes. Conjectura: Filosofia e Educação, v. 23, nº 3, 2018.
LOUREIRO, Maria Rita. Interpretações contemporâneas da representação. Revista Brasileira de Ciência Política, nº 1, 2009.
MIGUEL, Luis Felipe. Consenso e conflito na democracia contemporânea. São Paulo: Unesp, 2017. PHILLIPS, Anne. Da desigualdade à diferença: um caso de grave deslocamento. Revista Brasileira de Ciência Política, n. 2, 2009.
RUNCIMAN, David. Hobbes’s theory of representation: anti-democratic or proto-democratic? In: SHAPIRO, STOKES, WOOD, KIRSHNER (Ed.). Political Representation. Cambridge: Cambridge University Press, 2009.
SIEYÈS, Emmanuel Joseph. A Constituinte Burguesa: qu’est-ce que le Tier État. 4ª ed. Trad. Norma Azevedo. Rio de Janeiro: Editora Lumen Juris, 2001.
TUCK, Richard. Hobbes and Democracy. In: BRETT; TULLY (Ed.). Rethinking the foundations of modern political thought. Cambridge: Cambridge University Press, 2006.
URBINATI, Nadia; WARREN, Mark. The concept of representation in contemporary democratic theory. The Annual Review of Political Science, nº 11, 2008.
VIEIRA, Mónica Brito; RUNCIMAN, David. Representation. Polity Press, 2008.
VIEIRA, Mónica Brito. The elements of representation in Hobbes. Leiden: Brill, 2009.
ALTERNATIVE DISPUTE RESOLUTION AS AN APPROACH TO ENSURING HUMAN RIGHTS
Ementa
1 – DESCRIPTION, OBJECTIVES, AND METHODOLOGY
1.1) Course description: This course explores the role of Alternative Dispute Resolution (ADR) in promoting and ensuring human rights. It examines the principles, processes, and techniques of ADR and how they can be applied to address human rights violations effectively. The course emphasizes the benefits, challenges, and ethical considerations of using ADR in the context of human rights, and explores case studies and real-world examples to illustrate its application. The idea of the course is the creation of a special training discipline focusing on applying knowledge and skills acquired throughout the course to develop an ADR approach for a specific human rights issue in Brazil for students of bachelor (master) level of the law faculty of the State University of Northern Paraná – UENP. The goal is to form theoretical knowledge and practical skills regarding the application of alternative methods of resolving criminal legal conflicts. Also, developing an understanding of the relationship between alternative dispute resolution methods and restorative justice, and the relationship between restorative justice and the punitive model of justice.
1.2) Course objectives: a) Methodological: to foster English academic reading and argumentation. b) Thematic: to familiarize students with the key aspects regarding the use of alternative dispute resolution methods and deal with the following provisions: concepts and tasks of restorative justice; characteristic features of restorative justice programs; conditions of application and principles of restorative justice; basic models of restorative justice programs; genesis of alternative resolution of criminal legal conflicts; the place of alternative ways of solving criminal legal conflicts in the restorative justice system; procedural prerequisites for the application of alternative methods of resolving criminal legal conflicts; typical models of alternative ways of solving criminal legal conflicts in foreign countries; concepts, types and procedural order of exemption from criminal responsibility as an alternative to criminal punishment; concepts and procedural grounds for initiating and concluding agreements in criminal proceedings; peculiarities of the procedural order of refusal of prosecution, as a way of solving criminal legal conflicts. 1.3) Methodology: The course includes a combination of theoretical and practical approaches to understanding how to draw up criminal procedural acts regarding alternative ways of resolving criminal legal conflicts; how to use acquired knowledge and skills in the course of solving legal cases and in practical activities; how to analyze the norms of current legislation regarding alternative ways of resolving conflicts. Throughout the course, students may be expected to engage in a range of activities and assignments, such as reading and analyzing documents, participating in group discussions and debates, conducting research and presenting findings, and developing recommendations based on the lessons learned. The methodology of the course is likely to be multidisciplinary, drawing on insights and approaches from fields such as law, criminology, political science, and sociology, and emphasizing the importance of critical thinking, problem-solving, and effective communication.
2 – DETAILS: 2.1) Schedule: Wednesday, 13.00 – 17:30 – 10 meetings; 2.2) Number of credits: 3 (45 hours); 2.3) Audience: Master and Ph.D. students; 2.4) Enrollment capacity: min. 5 and max. 35; 2.5) Proficiency level: intermediate1. 2.6) Inaugural class: 06, March; 2.7) Final class: 19, June. 3 – CONTENT: Section 1. The concept of alternative legal dispute resolution. 1. Topic 1. Introduction to Human Rights and ADR. Topic 2. Introduction to Alternative Dispute Resolution (ADR). Topic 3. Historical stages of development of the system of alternative resolution of legal disputes. Topic 4. International experience of using alternative methods of resolving legal disputes. Section 2. ADR Methods and Applications in Human Rights Contexts. Topic 5. Mediation in Human Rights Cases. Topic 6. Arbitration, Negotiation, and Restorative Justice in Human Rights. Topic 7. Legal Frameworks and International Standards. Topic 8. Alternative Dispute Resolution in Criminal Proceeding. Section 3. Ethical Considerations and Practical Skills Development. Topic 9. Ethical Considerations and Safeguards in ADR for Human Rights. Topic 10. Conflict Analysis and Communication Skills. Topic 11. Empowerment, Access to Justice, and Reconciliation. Topic 12. Practical Skills Development. 4 – GRADING Students should present a short seminar during the classes and answer a written test at the end of the course. The seminar will count for 30% and the test 40% of the course grade. Class participation is of great relevance and is an integral component of this course. Students are expected to attend class regularly and to be fully prepared to discuss the readings according to the schedule. Participation in class will count for 30% of the course grade. Bibliografia: 5 – RECOMMENDED LITERATURE (English language)
- Alternative Dispute Resolution: A Practical Guide for Resolving Government Contract Controversies by American Bar Association (Author). 2. Brown Marriott's ADR Principles and Practice by William Wood QC; Ben Waters; Shirley Shipman. 3. Mediation, Principles and Practice, 3d (Coursebook) by Kimberlee Kovach (Author). 4. Restorative Justice and Violence Against Women edited by James Ptacek. 5. International Human Rights: Problems of Law, Policy, And Practice by Richard B. Lillich (Editor), H. Hannum (Autor), S. James Anaya (Autor), Dinah L. Shelton (Autor). 6. The Handbook of Dispute Resolution edited by Michael L. Moffitt and Robert C. Bordone. 7. Justice and Reconciliation in World Politics (Cambridge Studies in International Relations) by Catherine Lu (Author). 8. The Handbook of Conflict Resolution: Theory and Practice, 3rd Edition by Peter T. Coleman (Editor), Morton Deutsch (Editor), Eric C. Marcus (Editor). 9. Van Ness, D. Restoring Justice: An Introduction to Restorative Justice [Text] / D. Van Ness, K. Heetderks. — Routledge; 5 edition, 2014. — 256 p. 5.1) RECOMMENDED LITERATURE (Portuguese language) 1. Isabela M. M. Martins. A Institucionalização da Mediação no Brasil: a análise da mediação como instrumento de política pública de resolução adequada de conflitos. Editora Dialética (28 março 2022). 695 páginas. 2. Neemias Moretti Prudente. Introdução aos Fundamentos da Justiça Restaurativa. Factótum Cultural; 2º edição (23 novembro 2013). 815 páginas. 3. Mediação de Conflitos e Práticas Restaurativas por Carlos Eduardo de Vasconcelos. 4. A Mediação e a Administração Pública? por Adolfo Braga Neto (Autor), Editora CL-A (Editor). 5. Negociação e conflitos por Viviane Maria Penteado Garbelini (Autor). 5.2) SUPPORTING LITERATURE 1. Regulating restorative justice: a comparative study of legislative provision in European countries. — Frankfurt: Verlag f fur Polizeiwissenschaft, 2012. — 548 p. 2. Basic principles on the use of restorative justice programmes in criminal matters: ECOSOC Resolution 2002/12 [Electronic Resource] the United Nations. — Access mode: http://www.un.org/en/ecosoc/docs/2002/resolution%202002-12.pdf. 3. Draft Salvador Declaration on Comprehensive Strategies for Global Challenges: Crime Prevention and Criminal Justice Systems and Their Development in a Changing World, 18 April 2010 / Twelfth United Nations Congress on Crime Prevention and Criminal Justice, Salvador, Brazil, 12–19 April 2010 [Electronic Resource] the United Nations. — Access mode: http://daccess-ods.un.org/TMP/3545084.59568024.html. 4. United Nations Standard Minimum Rules for the Administration of Juvenile Justice (“The Beijing Rules”): The General Assembly, A/RES/40/33, 29 November 1985, 96th plenary meeting [Electronic Resource] the United Nations. — Access mode: http://www.un.org/documents/ga/res/40/a40r033.htm. 5. Vienna Declaration on Crime and Justice: Meeting the Challenges of the Twenty-first Century (E/2000/30 and E/2000/SR.43) [Electronic Resource] the United Nations. — Access mode: http://www.un.org/documents/ecosoc/dec/2000/edec2000-inf2-add2.pdf. 6. Recommendation R (86) 12 of the Committee of Ministers to Member States concerning measures to prevent and reduce the excessive workload in the courts (adopted by the Committee of Ministers on 16 September 1986 at the 399th meeting of the Ministers’ Deputies) [Electronic Resource] Council of Europe. Documents database. — Access mode: https://wcd.coe.int/com.instranet.InstraServlet?command=com.instranet.CmdBlobGet&InstranetImage=606796&SecM ode=1&DocId=690980&Usage=2. 7. Recommendation R (99) 19 of the Committee of Ministers to Member States Concerning Mediation in Penal Matters Council of Europe [Electronic Resource] Council of Europe — Documents database. — Access mode: https://wcd.coe.int/ViewDoc.jsp?id=420059. 8. A Restorative Justice Reader: Texts, Sources and Context [Text] / Johnstone, G. (ed). — Cullompton, Devon: Willan, 2003. — xiv+510 pp. 9. Handbook on Restorative Justice programmes [Text] / United Nations Office on Drugs and Crime. — N.Y., 2006. — 105 p. 197 10. McCold, P. Restorat P. Policing Experiment. The Bethlehem Pennsylvania Police Family Group Conferencing Project [Text] / Paul McCold, Benjamin Wachtel. Community Service Foundation. — Pipersville, PA, May 1998. — 140 p. 11. Miers, D. An International Review of Restorative Justic [Text] / David Miers. — London, 2001. — 105 p., VI. — Crime Reduction Research Series, Paper 10. 12. Miers, D. Mapping Restorative Justice. Development in 25 European Countries [Text] / D. Miers, J. Willemsens. — Leuven: The European Forum for Victim-Offender Mediation and Restoratives Justice, 2004. — P. 67–68. 13. Rebuilding Community Connections — Mediation and Restorative Justice in Europe [Text] / I. Aertsen, R. Mackay, C. Pelican, J. Willemsens, M. Wright. — Strasbourg: Council of Europe Publishing, 2004. — 187 . 14. Roach, K. Changing Punishment at the Turn of the Century: Restorative Justice on the Rise [Text] / Kent Roach // Canadian Journal of Criminology. — 2000. — Vol. 42. — Issue 3. — P. 249–280. 15. Umbreit, M. National Survey of Victim-Offender Mediation Programs in the United States [Text] / Mark S. Umbreit, Claudia Fercello, Jenni Umbreit / Center for Restorative Justice & Peacemaking. School of Social Work University of Minnesota. — St. Paul, Minnesota, April 2000. — 25 p., V. 6 – LINKS TO INFORMATION RESOURCES ON THE INTERNET, VIDEO LECTURES, OTHER METHODICAL SUPPORT 1. http://www.usa.gov – USA Government site 2. http://eur-lex.europa.eu – Access to European Union law 3. https://books.google.com.ua – Google Books 4. https://www.legislationline.org/documents/section/criminal-codes – OSCE Office for Democratic Institutions and Human Rights. Criminal codes of the countries of the world 5. https://www.law.cornell.edu/uscode – United States Code / Legal Information Institute Cornell University Law School 6. http://www.loc.gov – Library of Congress 7. http://www.icc-cpi.int – International Criminal Court website
- https://www.ohchr.org/en/ohchr_homepage - The Office of the United Nations High Commissioner for Human Rights (OHCHR) 9. https://imimediation.org/ - International Mediation Institute (IMI) 10. https://www.ted.com/search?q=mediation - TED Talks on Mediation and Conflict Resolution 11. https://hnmcp.law.harvard.edu/ - Harvard Negotiation and Mediation Clinical Program 12. https://mediate.com/ - Mediate.com accepts high quality articles on mediation and dispute resolution
ADR & JUSTPEACE: PROTEÇÕES LEGAIS PARA DIREITOS HUMANOS E POPULAÇÕES VULNERÁVEIS (JUST-ADR)
Ementa
1.1) Descrição do Curso: A disciplina "ADR & JUSTPEACE: Proteções legais para direitos humanos e populações vulneráveis (JUST-ADR)" explora o papel da Resolução Alternativa de Disputas (ADR) na promoção da justiça e na proteção de direitos humanos, com ênfase em populações vulneráveis (e.g., refugiados, indígenas, mulheres, crianças) e contextos de conflitos criminais e pós-conflito (JUSTPEACE). O curso examina os princípios, processos e técnicas de ADR, como mediação, arbitragem e negociação, e sua aplicação na resolução de violações de direitos humanos e conflitos criminais no Brasil. Com uma abordagem multidisciplinar, o curso combina teoria jurídica e prática, analisando marcos legais internacionais e brasileiros, justiça restaurativa e sua relação com o modelo punitivo de justiça. Os alunos desenvolverão uma proposta de ADR para um caso específico de direitos humanos no Brasil, voltada para estudantes de mestrado e doutorado da Faculdade de Direito da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP).
1.2) Objetivos do curso:
Metodológicos:
Desenvolver habilidades de leitura acadêmica e argumentação em inglês.Aprimorar a análise crítica de normas jurídicas e sua aplicação em casos práticos.Fomentar competências em comunicação, mediação e resolução de conflitos.
Temáticos:
Compreender os conceitos e princípios de ADR e justiça restaurativa (JUSTPEACE).
Analisar o uso de ADR na proteção de direitos humanos, especialmente para populações vulneráveis.
Explorar marcos legais internacionais e brasileiros para salvaguardas de direitos humanos.
Estudar a gênese, modelos e pressupostos processuais de resolução alternativa de conflitos criminais.
Entender acordos, isenção de responsabilidade penal e recusa de persecução como alternativas ao modelo punitivo.
Desenvolver uma abordagem de ADR para um caso concreto de direitos humanos no Brasil.
1.3) Metodologia: O curso adota uma abordagem teórico-prática, incluindo:
Aulas Teóricas: Exposição de conceitos com leituras acadêmicas em inglês e português.
Estudos de Caso: Análise de casos reais brasileiros e internacionais (e.g., conflitos fundiários, violência de gênero, direitos de comunidades quilombolas).
Simulações Práticas: Exercícios de mediação e negociação em cenários de direitos humanos e conflitos criminais.
Discussões e Debates: Fóruns para análise crítica de textos e questões éticas.
Projeto Final: Elaboração de uma proposta de ADR para um caso de direitos humanos no Brasil.
Atividades em Grupo: Trabalhos colaborativos para desenvolver habilidades interpessoais.
A metodologia é multidisciplinar, integrando direito, criminologia, ciências políticas e sociologia, com ênfase em pensamento crítico, resolução de problemas e comunicação eficaz.
Referências Bibliográficas
Alternative Dispute Resolution: A Practical Guide for Resolving Government Contract Controversies by American Bar Association (Author).
Brown Marriott's ADR Principles and Practice by William Wood QC; Ben Waters; Shirley Shipman.
Mediation, Principles and Practice, 3d (Coursebook) by Kimberlee Kovach (Author).
Restorative Justice and Violence Against Women edited by James Ptacek.
International Human Rights: Problems of Law, Policy, And Practice by Richard B. Lillich (Editor), H. Hannum (Autor), S. James Anaya (Autor), Dinah L. Shelton (Autor).
The Handbook of Dispute Resolution edited by Michael L. Moffitt and Robert C. Bordone.
Justice and Reconciliation in World Politics (Cambridge Studies in International Relations) by Catherine Lu (Author).
The Handbook of Conflict Resolution: Theory and Practice, 3rd Edition by Peter T. Coleman (Editor), Morton Deutsch (Editor), Eric C. Marcus (Editor).
Van Ness, D. Restoring Justice: An Introduction to Restorative Justice [Text] / D. Van Ness, K. Heetderks. — Routledge; 5 edition, 2014. — 256 p.
Isabela M. M. Martins. A Institucionalização da Mediação no Brasil: a análise da mediação como instrumento de política pública de resolução adequada de conflitos. Editora Dialética (28 março 2022). 695 páginas.
Neemias Moretti Prudente. Introdução aos Fundamentos da Justiça Restaurativa. Factótum Cultural; 2º edição (23 novembro 2013). 815 páginas.
Mediação de Conflitos e Práticas Restaurativas por Carlos Eduardo de Vasconcelos.
A Mediação e a Administração Pública? por Adolfo Braga Neto (Autor), Editora CL-A (Editor).
Negociação e conflitos por Viviane Maria Penteado Garbelini (Autor).
Regulating restorative justice: a comparative study of legislative provision in European countries. — Frankfurt: Verlag f fur Polizeiwissenschaft, 2012. — 548 p.
Basic principles on the use of restorative justice programmes in criminal matters: ECOSOC Resolution 2002/12 [Electronic Resource] the United Nations. — Access mode: http://www.un.org/en/ecosoc/docs/2002/resolution%202002-12.pdf.
Draft Salvador Declaration on Comprehensive Strategies for Global Challenges: Crime Prevention and Criminal Justice Systems and Their Development in a Changing World, 18 April 2010 / Twelfth United Nations Congress on Crime Prevention and Criminal Justice, Salvador, Brazil, 12–19 April 2010 [Electronic Resource] the United Nations. — Access mode: http://daccess-ods.un.org/TMP/3545084.59568024.html.
United Nations Standard Minimum Rules for the Administration of Juvenile Justice (“The Beijing Rules”): The General Assembly, A/RES/40/33, 29 November 1985, 96th plenary meeting [Electronic Resource] the United Nations. — Access mode: http://www.un.org/documents/ga/res/40/a40r033.htm.
Vienna Declaration on Crime and Justice: Meeting the Challenges of the Twenty-first Century (E/2000/30 and E/2000/SR.43) [Electronic Resource] the United Nations. — Access mode: http://www.un.org/documents/ecosoc/dec/2000/edec2000-inf2-add2.pdf.
Recommendation R (86) 12 of the Committee of Ministers to Member States concerning measures to prevent and reduce the excessive workload in the courts (adopted by the Committee of Ministers on 16 September 1986 at the 399th meeting of the Ministers’ Deputies) [Electronic Resource] Council of Europe. Documents database. — Access mode: https://wcd.coe.int/com.instranet.InstraServlet?command=com.instranet.CmdBlobGet&InstranetImage=606796&SecMode=1&DocId=690980&Usage=2.
Recommendation R (99) 19 of the Committee of Ministers to Member States Concerning Mediation in Penal Matters Council of Europe [Electronic Resource] Council of Europe — Documents database. — Access mode: https://wcd.coe.int/ViewDoc.jsp?id=420059.
A Restorative Justice Reader: Texts, Sources and Context [Text] / Johnstone, G. (ed). — Cullompton, Devon: Willan, 2003. — xiv+510 pp.
Handbook on Restorative Justice programmes [Text] / United Nations Office on Drugs and Crime. — N.Y., 2006. — 105 p. 197
McCold, P. Restorat P. Policing Experiment. The Bethlehem Pennsylvania Police Family Group Conferencing Project [Text] / Paul McCold, Benjamin Wachtel. Community Service Foundation. — Pipersville, PA, May 1998. — 140 p.
Miers, D. An International Review of Restorative Justicе [Text] / David Miers. — London, 2001. — 105 p., VI. — Crime Reduction Research Series, Paper 10.
Miers, D. Mapping Restorative Justice. Development in 25 European Countries [Text] / D. Miers, J. Willemsens. — Leuven: The European Forum for Victim-Offender Mediation and Restoratives Justice, 2004. — P. 67–68.
Rebuilding Community Connections — Mediation and Restorative Justice in Europe [Text] / I. Aertsen, R. Mackay, C. Pelican, J. Willemsens, M. Wright. — Strasbourg: Council of Europe Publishing, 2004. — 187 р.
Roach, K. Changing Punishment at the Turn of the Century: Restorative Justice on the Rise [Text] / Kent Roach // Canadian Journal of Criminology. — 2000. — Vol. 42. — Issue 3. — P. 249–280.
Umbreit, M. National Survey of Victim-Offender Mediation Programs in the United States [Text] / Mark S. Umbreit, Claudia Fercello, Jenni Umbreit / Center for Restorative Justice & Peacemaking. School of Social Work University of Minnesota. — St. Paul, Minnesota, April 2000. — 25 p., V.
http://www.usa.gov – USA Government site
http://eur-lex.europa.eu – Access to European Union law
https://books.google.com.ua – Google Books
https://www.legislationline.org/documents/section/criminal-codes – OSCE Office for Democratic Institutions and Human Rights. Criminal codes of the countries of the world
https://www.law.cornell.edu/uscode – United States Code / Legal Information Institute Cornell University Law School
http://www.loc.gov – Library of Congress
http://www.icc-cpi.int – International Criminal Court website
https://www.ohchr.org/en/ohchr_homepage - The Office of the United Nations High Commissioner for Human Rights (OHCHR)
https://imimediation.org/ - International Mediation Institute (IMI)
https://www.ted.com/search?q=mediation - TED Talks on Mediation and Conflict Resolution
https://hnmcp.law.harvard.edu/ - Harvard Negotiation and Mediation Clinical Program
https://mediate.com/ - Mediate.com accepts high quality articles on mediation and dispute resolution
https://www.hrw.org/ - Human Rights Watch
https://www.unicef.org/ - UNICEF
https://www.humanrights.com/ - United for Human Rights (UHR)
https://phap.org/ - Professionals in Humanitarian Assistance and Protection (PHAP)
https://www.un.org/en/fight-racism/vulnerable-groups United Nations Human Rights: Vulnerable Groups
TEORIAS FEMINISTAS E DIREITO: CONSTRUÇÃO DE UMA NOVA EPISTEMOLOGIA JURÍDICA PARA A EFETIVIDADE DE DIREITOS FUNDAMENTAIS
Ementa
Categorias em disputa: sexo, gênero e sexualidade. Feminismos: desdobramento histórico e perspectivas práticas e teóricas. Teorias feministas da reprodução social. Teorias feministas e Interseccionalidade. Feminismos negro. Feminismos negro no Brasil. Feminismos Decolonial. Feminismos e teoria da justiça de gênero. Feminismos e política: limites da democracia. Feminismos e Direito. Feminismos e Políticas Públicas Judiciárias.
Referências Bibliográficas
1 – Categorias em disputa: sexo, gênero e sexualidade
- BUTLER, Judith. Desfazendo gênero. São Paulo: Editora Unesp. 2022.
Texto complementar:
- CIRINO, Samia Moda; CASTRO, Bruna de Azevedo. O corpo-objeto da mulher: reificação da lógica opressora das relações de gênero no crime de importunação sexual. Argumenta Journal Law. n. 30 - jan/jun 2019. p. 405-433. Disponível em: https://periodicos.uenp.edu.br/index.php/argumenta/article/view/391/pdf. Acesso em 05 abr. 2025.
2- Feminismos: desdobramento histórico e perspectivas práticas e teóricas
- PINTO, Celi Regina Jardim. Uma história do feminismo no Brasil. São Paulo: Fundação Perseu Abramo. 2003. Disponível em: https://democraciadireitoegenero.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/pinto-cc3a9li-regina-jardim-uma-histc3b3ria-do-feminismo-no-brasil.pdf. Acesso em 05 abr. 2025.
- HOLLANDA, Heloisa Buarque de (org). Pensamento Feminista hoje: conceitos fundamentais. Rio de Janeiro: Bazar do tempo. 2019. p. 25-234. Disponível em: https://www.mpba.mp.br/sites/default/files/biblioteca/direitos-humanos/direitos-das-mulheres/obras_digitalizadas/heloisa-buarque-de-hollanda-pensamento-feminista-hoje_-perspectivas-decoloniais-bazar-do-tempo-_2020.pdf. Acesso em 05 abr. 2025.
Texto complementar:
- CIRINO, Samia Moda. Teletrabalho de mulheres durante a pandemia e o discurso do feminismo liberal. Revista da Faculdade Mineira de Direito. Dossiê "O desafio do trabalho feminino e sua relação com o Direito: entre o trabalho de cuidado, emocional e de (re)produção. v. 24. n. 47. 2021. Disponível em: https://periodicos.pucminas.br/Direito/issue/view/1270/243. Acesso em 05 abr. 2025.
3 – Teorias feministas da reprodução social
- FEDERICI, Silvia. O ponto zero da revolução: trabalho doméstico, reprodução e luta feminista. São Paulo: Elefante, 2019.
- BHATTACHARYA, Titi. Teoria da Reprodução Social: remapeamento de classe, recentralização da opressão. São Paulo: Elefante, 2023. p. 119-153.
Textos complementares:
SAFFIOTI, Heleieth Iara Bongiovani. Trabalho feminino e capitalismo. Perspectivas Revista de Ciências Sociais. Universidade Estadual Paulista. v. 1. 1976, p. 119-163. Disponível em: file:///C:/Users/vmvam/Downloads/6+-+trabalho+feminino+e+capitalismo.pdf. Acesso em 05 abr. 2025.
BIROLI, Flávia; QUINTELA, Débora Françolin. Divisão sexual do trabalho, separação e hierarquização: contribuições para a análise do gênero das democracias. Política & Trabalho Revista de Ciências Sociais, nº 53, Junho/Dezembro de 2020, p. 72-89. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/politicaetrabalho/article/view/51417/33129. Acesso em 05 abr. 2025.
4 – Teorias feministas e Interseccionalidade
- COLLINS. Patricia Hills. Bem mais que ideias: a interseccionalidade como teoria social crítica. 1ª ed. São Paulo: Boitempo, 2022.
COLLINS, Patricial Hill; BILGE, Sirma. Interseccionalidade. 1ª ed. São Paulo: Boitempo, 2020.
5 - Feminismos negro
- OYÈRÓNKÉ, Oyewùmí. Mulheres africanas e feminismo: reflexões sobre a política da sororidade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2023.
- hooks, bell. Teoria Feminista: da margem ao centro. São Paulo: Perspectiva, 2019. P. 27-109.
Texto complementar:
- GONZALEZ, Lélia. A categoria político-cultural de amefricanidade. Tempo Brasileiro. Rio de Janeiro, Nº. 92/93 (jan./jun.). 1988b, p. 69-82. Disponível em: https://negrasoulblog.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/04/a-categoria-polc3adtico-cultural-de-amefricanidade-lelia-gonzales1.pdf. Acesso em 05 abr. 2025.
6 – Feminismos negro no Brasil
- CARNEIRO, Sueli. Dispositivo da racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento do ser. 1.ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2023. p. 9-134.
- GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo Afro-Latino-Americano: ensaios intervenções e diálogos. 1ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2020. p. 25-49.
7 – Feminismos Decolonial
- VERGÈS, Françoise. Um feminismo decolonial. São Paulo: Ubu Editora. 2020.
- SEGATO, Rita. Crítica da colonialidade em oito ensaios: e uma antropologia por demanda. 1ª ed. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021.
8 – Feminismos e teoria da justiça de gênero
- FRASER, Nancy. Reconhecimento sem ética? Lua Nova, São Paulo, 70: 101-138, 2007. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ln/a/JwvFBqdKJnvndHhSH6C5ngr/?format=pdf&lang=pt. Acesso em 05 abr. 2025.
- FRASER, Nancy. Mapeando a imaginação feminista: da redistribuição ao reconhecimento e à representação. Estudos Feministas, Florianópolis, 15(2): 240, maio-agosto/2007. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ref/a/qLvqR85s5gq56d63QhPX4VP/?format=pdf&lang=pt. Acesso em 05 abr. 2025.
- LIMA, Jairo; CIRINO, Samia Moda; FELICIANO, Julia. Representatividade de mulheres no Brasil e Argentina: de excluídas da esfera política a eleitas sem paridade de participação. Estudios de Derecho, 79 (174), 88-116. 2022. Disponível em: https://revistas.udea.edu.co/index.php/red/article/view/348680?articlesBySimilarityPage=26. Acesso em 05 abr. 2025.
9 - Feminismos e política: limites da democracia
- FRASER, Nancy; JAEGGI, Rahel. Capitalismo em debate: uma conversa na teoria crítica. 1ª ed. São Paulo: Boitempo. 2020.
- PHILLIPS, Anne. De uma política de ideias a uma política de presença? Revista Estudos Feministas, 9(1), 268-290, 2001. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ ref/article/view/S0104-026X2001000100016. Acesso em 05 abr. 2025.
10 – Feminismos e Direito
- CIRINO, Samia Moda; CASTRO, Bruna de Azevedo. Por epistemologias feministas na formação de profissionais do direito: análise a partir da tese de legítima defesa da honra nos casos de feminicídio. Revista da Faculdade de. Direito UFMG, Belo Horizonte, n. 79, pp. 59-86, jul./dez. 2021, p. 59-86. Disponível em: https://revista.direito.ufmg.br/index.php/revista/article/view/2124. Acesso em 05 abr. 2025.
- JARAMILLO, Isabel Cristina. La critica feminista al Derecho: estudio preliminar. In Robin West, Género y Teoría del Derecho, Bogotá, Siglo de Hombres Editores, Facultad de Derecho de la Universidad de Los Andes, Ediciones Uníandes, Instituto Pensar, 2000, pp. 27-66. Disponível em: https://www.pensamientopenal.com.ar/system/files/2018/04/doctrina46462.pdf. Acesso em 05 abr. 2025.
- SMART, Carol. La teoría feminista y el discurso jurídico. In BIRGIN, Haydée (Comp.). El Derecho en el Género y el género en el Derecho. Buenos Aires: Editorial Biblos, 2000, p. 31-71. Disponível em: https://www.u-cursos.cl/derecho/2009/1/D121D0328/8/material_docente/bajar?id=232361. Acesso em 05 abr. 2025.
- FACIO, Alda. Hacia otra teoría crítica del Derecho. In Género y Derecho. FACIO, ALDA; FRIES, Lorena (Org.). LOM Ediciones, La Morada, 1999. Disponível em: https://patriciamagno.com.br/wp-content/uploads/2021/04/FACIO11.pdf. Acesso em 05 abr. 2025.
- OLSEN, Frances. "El sexo del derecho". In KAIRYS, David (ed.), The Polics of Law. Nueva York, Pantheon, 1990, p. 452-467. Disponível em: http://www.derechoshumanos.unlp.edu.ar/assets/files/documentos/el-sexo-del-derecho.pdf. Acesso em 05 abr. 2025.
Texto complementar
- CIRINO, Samia Moda; CASTRO, Bruna de Azevedo. Revista íntima de mulheres visitantes em presídios: vidas normativamente não humanas. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, 30(1), 2022. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/71866. Acesso em 05 abr. 2025.
11 – Feminismos e Políticas Públicas Judiciárias
- CIRINO, Samia Moda; FELICIANO, Julia. PROTOCOLO PARA JULGAMENTO COM PERSPECTIVA DE GÊNERO: ABERTURA PARA UMA MUDANÇA EPISTEMOLÓGICA NO DIREITO E NA PRÁTICA JURÍDICA NO BRASIL. Revista Direito Público, Brasília, Volume 20, n. 106, 247-271, abr./jun. 2023. Disponível em: Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero IDP 2023.pdf. Acesso em 05 abr. 2025.
- SIERRA, Isabel Cristina Jaramillo. Leyendo y escribiendo sentencias como feministas. Revista Direito Público, Brasília, Volume 20, n.106, 55-75, abr./jun. 2023. Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/7148. Acesso em 05 abr. 2025.
- SEVERI, FABIANA. Reescrevendo decisões judiciais em perspectivas feministas: a experiência brasileira. Fabiana Cristina Severi (Org.). Ribeirão Preto (SP): IEA/FDRP-USP, 2023. P. 33-223. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1018/930/3432. Acesso em 05 abr. 2025.
EPISTEMOLOGIA JUDICIÁRIA, PROVA PENAL E DIREITOS FUNDAMENTAIS
Ementa
Fundamentos críticos do Sistema Acusatório no Brasil. Genealogia do Autoritarismo no Processo Penal. Prova e Verdade no Processo Penal (garantismo, racionalismo e dogmática crítica). Injustiça Epistêmica no Processo Penal (testemunhal e hermenêutica). Atividade probatória (admissibilidade e valoração) e Standards de prova. Provas dependentes de Memória. Valoração da palavra da vítima nos delitos sexuais. Cadeia de Custódia da Prova Penal. Provas Científicas e Prova Digital. Garantismo e racionalismo probatório nos Tribunais Superiores.
Referências Bibliograficas
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GASCÓN ABELLÁN, Marina. O problema de provar. São Paulo: Marcial Pons, 2022.
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LACKEY, Jennifer. Injustiça testemunhal criminal. Trad. Breno R.G. Santos e Janaína Matida. São Paulo: Marcial Pons, 2024.
PRADO, Geraldo. Sistema acusatório: a conformidade constitucional das leis processuais penais. 3. ed. Rio de Janeiro: Lúmen Juris, 2005.
PRADO, Geraldo. Curso de Processo Penal: fundamentos e sistema. São Paulo: Marcial Pons, 2024, t. I.
DIREITOS E VULNERABILIDADES DO TEMPO PRESENTE
Ementa
A disciplina propõe uma investigação teórica interdisciplinar das ciências jurídicas, acompanhando a abordagem diretiva da área de concentração “Teorias da Justiça: Justiça e Exclusão”, especificamente quanto à linha de pesquisa (L3) “Direitos e Vulnerabilidades”, do Programa de Pós-Graduação em Ciência Jurídica da Universidade Estadual do Norte do Paraná, a partir da premissa de que a determinação conceitual das vulnerabilidades constitui uma condição indispensável para a construção de um uso operativo rigoroso no campo jurídico. Nesse horizonte, busca-se compreender os pontos de contato e de tensão decorrentes do termo, bem como os horizontes epistemológicos e metodológicos que possibilitam a formulação de uma teoria jurídica geral das vulnerabilidades.
Bibliografia básica
AGAMBEN, Giorgio. Estado de exceção. Trad. Iraci D. Poleti. São Paulo: Boitempo, 2004.
AGAMBEN, Giorgio. Homo Sacer: o poder soberano e a vida nua. Trad. Henrique Burigo. Belo Horizonte: UFMG, 2010.
AGAMBEN, Giorgio. O que é o contemporâneo?: e outros ensaios. Trad. Vinícius Nicastro Honesko. Chapecó: Argos, 2009
ALVES, Allaôr Caffé. Estado e ideologia: aparência e realidade. Apresentação Dalmo de Abreu Dallari. São Paulo: Editora Brasiliense, 1987.
ARANTES, Paulo. Formação e desconstrução: uma visita ao Museu da Ideologia Francesa. Posfácio de Giovanni Zanotti. São Paulo: Duas Cidades; Editora 34, 2021.
ARANTES, Paulo. O novo tempo do mundo: e outros estudos sobre a era da emergência. São Paulo: Boitempo Editorial, 2014.
BADIOU, Alain. Notas sobre a desorientação do mundo. Trad. José Mauro Garboza Junior,
Lucas Bertolucci Barbosa de Lima. s/e, 2025.
BELLO, Enzo; BERCOVICI, Gilberto; LIMA; Martonio M. B. O Fim das Ilusões
Constitucionais de 1988?. Revista Direito e Praxis, Rio de Janeiro, v. 10, n. 3, p. 1769-1811,
2019.
BERARDI, Franco. Depois do futuro. Trad. Regina Silva. São Paulo: Ubu Editora, 2019.
BERCOVICI, Gilberto. Soberania e Constituição: para uma crítica do constitucionalismo. São Paulo: Quartier Latin, 2013.
BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Trad. Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro: Campus, 1992.
BUTLER, Judith. Quadros de guerra: quando a vida é passível de luto? Trad. Sérgio Lamario, Arnaldo Marques da Cunha. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015.
BUTLER, Judith. Vida precária: os poderes do luto e da violência. Trad. Andreas Lieber; revisão técnica Carla Rodrigues. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2019.
CASTORIADIS, Cornelius. A instituição imaginária da sociedade. Trad. Guy Reynaud. Rev. téc. Liz Roberto Salinas Fortes. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
DOUZINAS, Costas. O fim dos direitos humanos. Trad. Luzia Araújo. São Leopoldo: Unisinos, 2009.
FEDERICI, Silvia. Calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. Trad. Coletivo Syxorax. São Paulo: Elefante, 2017.
FEDERICI, Silvia. Reencantando o mundo: feminismo e a política dos comuns. Trad. Coletivo Syxorax. São Paulo: Elefante, 2022.
FISHER, Mark. Realismo capitalista: é mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo? Trad. Rodrigo Gonçalves, Jorge Adeodato, Maikel da Silveira. Coord. Manuela Beloni, Cauê Ameni. 1. ed. São Paulo: Autonomia Literária, 2020.
GARBOZA JR., José Mauro. Crítica do progresso como fundamento do direito: ontologia do dever-ser, regimes de historicidade e lento cancelamento do jurídico. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2025.
HARTOG, François. Regimes de historicidade: presentismo e experiências do tempo. Trad. Andréa Souza de Menezes, Bruna Beffart, Camila Rocha de Moraes, Maria Cristina de Alencar Silva, Maria Helena Martins. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2019.
KELSEN, Hans. O que é justiça?: a justiça, o direito e a política no espelho da ciência. Trad. Luís Carlos Borges. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
KELSEN, Hans. Sociedade e natureza: uma investigação sociológica. Trad. Pedro Davoglio. São Paulo: Editora Contracorrente, 2022.
KELSEN, Hans. Teoria pura do direito. Trad. João Baptista Machado. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2009.
KELSEN, Hans. Teoria pura do direito: introdução à problemática jurídico-científica. Trad. e estudo introdutório Alexandre Travessoni Gomes Trivisonno. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2021.
KOSELLECK, Reinhart. Estratos do tempo: estudos sobre história. Trad. Markus Hediger. Rio de Janeiro: Contraponto; Ed. PUC-Rio, 2014.
KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Trad. Wilma Patrícia Maas, Carlos Almeida Pereira. Rev. da trad. César Benjamin. Rio de Janeiro: Contraponto: Ed. PUC-Rio, 2006.
KOSELLECK, Reinhart. Histórias de conceitos: estudos sobre a semântica e a pragmática da linguagem política e social. Com duas contribuições de Ulrike Spree, Willibald Steinmetz; posfácio de Carsten Dutt; tradução Markus Hediger; revisão técnica e de tradução Bernardo Ferreira, Arthur Alfaix Assis. Rio de Janeiro: Contraponto, 2020.
MBEMBE, Achille. Brutalismo. Trad. Sebastião Nascimento. São Paulo: n-1, 2021.
MBEMBE, Achille. Crítica da razão negra. Trad. Sebastião Nascimento. São Paulo: n-1 edições, 2018.
MBEMBE, Achille. Políticas da inimizade. Trad. Marta Lança. Lisboa: Antígona, 2017.
OST, François. O tempo do direito. Trad. Élcio Fernandes. Rev. técnica Carlos Aurélio Mota de Souza. Bauru: Edusc, 2005.
STRECK, Lenio Luiz. Ensino jurídico e(m) crise: ensaio contra a simplificação do direito. São Paulo: Editora Contracorrente, 2024.
WARAT, Luis Alberto. Territórios desconhecidos: a procura surrealista pelos lugares do abandono do sentido e da reconstrução da subjetividade. Coords. Orides Mezzaroba, Arno Dal Ri Júnior, Aires José Rover, Cláudia Servilha Monteiro. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004.
WOLKMER, Antonio Carlos. Introdução ao pensamento jurídico crítico. São Paulo: Saraiva, 2015.
ŽIŽEK, Slavoj. Primeiro como tragédia, depois como farsa. Trad. Maria Beatriz de Medina. São Paulo: Boitempo, 2011.
RESPONSABILIDADE INTERNACIONAL DO ESTADO E DIREITOS HUMANOS
Ementa
A disciplina busca uma abordagem crítica sobre a responsabilidade internacional dos Estados-Nação nos meios jurisdicionais e não jurisdicionais, tanto em nível regional, como global. O processo de globalização é acelerado e o homem perdeu seu instinto espacializado e os Estados já não conduzem seus assuntos de modo privado-soberano, o que nos faz caminhar e depender cada vez mais de instrumentos de governança global para o incremento do âmbito de proteção dos direitos humanos. A fragmentação da sociedade em diferentes subsistemas sociais especializados faz crescer a importância do diálogo da constituição interna e as Cortes Internacionais. Os fenômenos como a constitucionalização do direito internacional dos direitos humanos e do direito comunitário permitem a reponsabilidade internacional do Estado pelas violações aos direitos humanos. A “international bill of rights” assume nitidamente um papel desempenhado pelas constituições internas na tutela de direitos fundamentais. A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos e o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais externaram os direitos consagrados pelo constitucionalismo ocidental e os erigiram contra o estado, para tutela do novo. Em nível regional, a Comissão e a Corte Interamericana surgem com um papel importante. O artigo 103 da Carta da ONU firma, a primazia de suas obrigações sobre as demais obrigações internacionais, e constitui, para resguardo das disposições, um órgão jurisdicional internacional. O artigo 56, por sua vez, exige que os estados atuem, em conjunto ou separadamente, em cooperação com a ONU, para a promoção dos direitos humanos. Por isso é possível afirmar que os artigos 55 e 56 estabelecem autênticas obrigações jurídicas em relação aos direitos humanos tanto para a ONU como para os estados-membros. A Corte Internacional de Justiça em opinião consultiva sobre a administração da Namíbia pela África do Sul, afirmou que política do apartheid implantada pela África do Sul violava as obrigações assumidas em relação à Carta. A Declaração Universal dos Direitos Humanos marca o início do processo de redução progressiva do âmbito de reserva exclusiva de soberania do estado, porque coloca o ser humano como ente universal. Assim, a proteção e a promoção dos direitos humanos deixam de ser tarefa exclusiva do direito constitucional interno, havendo uma redefinição com a responsabilidade do Estado e das pessoas. Nos instrumentos normativos e nas decisões de órgãos de jurisdição internacional, como o Tribunal Interamericano de Direitos Humanos, a Corte Europeia de Direitos Humanos e a Corte Africana de Direitos Humanos e dos Povos, e de órgãos internacionais quase jurisdicionais contribuem para delinear o âmbito de proteção dos direitos humanos. Os sistemas global e regional de direitos humanos surgem como novas opções.
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DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
Ementa
Em razão do fato de que a implementação dos direitos humanos não depende exclusivamente da atividade jurisdicional, essa disciplina busca investigar como a prática cotidiana de educadores nos diversos níveis de ensino pode colaborar com a incorporação de valores que norteiam uma sociedade mais justa e democrática. Nesse contexto, será abordado o papel da escola/universidade no processo educativo em direitos humanos bem como a definição de experiências pedagógicas potencializadoras dos direitos humanos em contextos plurais.
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DIREITO CONSTITUCIONAL COMPARADO
Ementa
Natureza interdisciplinar do direito constitucional comparado. Métodos e utilidades do direito constitucional comparado. Constitucionalismo Lusófono. Solidariedades horizontais e cultura Sul-Sul. Arquitetura institucional dos países de língua portuguesa (organização do estado e separação de poderes). Justiça e exclusão em países lusófonos. Ações afirmativas e a vida dos direitos. Tópicos de jurisdição constitucional comparada.
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FORMAÇÃO DO PENSAMENTO SOCIAL BRASILEIRO
Ementa
Formação do pensamento social brasileiro. Formação das escolas de pensamento social e político. Século XIX e XX: Oliveira Vianna; Joaeuim Nabuco; Clássicos da Sociologia brasileira: Sergio Buarque de Holanda; Oliveira Viana; caio Prado Jr; Raymundo Faoro; Florestam Fernandes.
Referências Bibliográficas
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MICELI,Sérgio.(org.)OquelernaCiênciaSocialBrasileira(1970‐ 1955).Vol.2.Sociologia.SãoPaulo:EditoraSumaré;ANPOCS/Brasília:CAPES,1999;
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NABUCO, Joaquim. O Abolicionismo. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1999;
PRADO JÚNIOR, Caio. A Revolução Brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1966;
VIANNA, Oliveira. Evolução do povo brasileiro. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1933.
SEMINÁRIOS DE PESQUISA ORIENTADA
Ementa
O discente deverá permanecer matriculado nos Seminários de Pesquisa Orientada desde o início do doutorado até a qualificação. Serão desenvolvidas atividades relacionadas à docência e a diversos exercícios científicos, como publicações, palestras, conferências, aulas especiais, dentre outras similares, e pesquisa orientada com relação à tese.
Referências Bibliográficas
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BASTOS, Lília da Rocha, PAIXÃO, Lyra e FERNANDES, Lucia Monteiro: Manual para a Elaboração de Projetos e Relatórios de Pesquisa, Teses e Dissertações. Rio de Janeiro: Zahar Editores - UFRJ, 1982.
CARRAHER, David: Senso Crítico do Dia-a-Dia das Ciências Humanas. São Paulo: Pioneira, 1983.
DEMO, Pedro: Metodologia Científica em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, 1981.
ECO, Umberto: Como se Faz uma Tese em Ciências Humanas. Trad. Ana Falcão Bastos e Luís Leitão, prefácio de Hamilton Costa. Lisboa: Editorial Presença, 1977.
FERREIRA SOBRINHO, José Wilson: Metodologia do Ensino Jurídico e Avaliação em Direito. Porto Alegre: Fabris, 1997.
GOODE, William e HATT, Paul: Métodos em Pesquisa Social. Trad. de Carolina Bori. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1973.
HÜHNE, Leda Miranda (org.): Metodologia Científica - Cadernos de Textos e Técnicas. Rio de Janeiro: Agir, 1992. JABINE, Thomas Boyd: “O Uso de Amostragem Probabilística nas Ciências Sociais”. Boletim do Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais do MEC (n. 6). Recife: IJNPS, 1957.
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade: Metodologia do Trabalho Científico - Procedimentos Básicos de Pesquisa Bibliográfica, Projeto e Relatório. São Paulo: Atlas, 1983.
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina Andrade: Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1992.
LEITE, José Alfredo: Metodologia de Elaboração de Teses. São Paulo: McGraw Hill do Brasil, 1978.
MACEDO, Neusa Dias de: Metodologia de Pesquisa Bibliográfica - Tendo em Vista o Trabalho de Pesquisa. São Paulo: EDUSP, 1987.
MANN, Peter: Métodos de Investigação Sociológica. Trad. de Octávio Alves Velho. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. MANZO, Abelardo: Manual para la Preparación de Monografias - Una Guia para Presentar Informes y Tesis. Buenos Aires: Humanitas, 1974.
MARCONI, Marina de Andrade: Técnicas de Pesquisa - Planejamento e Execução de Pesquisas. São Paulo: Atlas, 1982
MARTINS, Joel: Subsídio para Redação de Dissertação de Mestrado e Tese de Doutorado. São Paulo: Moraes, 1991.
MORAES, Irany Novah: Elaboração da Pesquisa Científica. São Paulo: Atheneu, 1990.
PHILLIPS, Estelle M. e PUGH, Derek S.: How to Get a PhD - A Handbook for Students and Their Supervisors. Buckingham - Philadelphia: Open University Press, 1995.
POPPER, Karl: A Lógica da Pesquisa Científica. São Paulo: Cultrix, 1972.
SELLTIZ, Claire, JAHODA, Marie, DEUTSCH, Morton e COOK, Stuart: Métodos de Pesquisa nas Relações Sociais. Trad. Dante Moreira Leite. São Paulo:
Herder - EDUSP, 1967. VIEIRA, Sônia: Como Escrever uma Tese. São Paulo: Pioneira, 1991.
TÓPICOS AVANÇADOS DE TEORIA DO DIREITO E FILOSOFIA DO DIREITO
Ementa
Disciplina oferecida em colaboração com professores da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, tem como objetivo o estudo de questões avançadas de teoria do direito, especialmente relacionadas às problemáticas da teoria da argumentação, jurisprudencialismo, teoria da decisão judicial, teoria dos direitos humanos e fundamentais e teoria do direito comunitário, entre outras.
Referências Bibliográficas
GAUDENCIO, Ana Margarida Simões. Entre o centro e periferia: a perspectivação ideológico-política da dogmática jurídica e da decisão judicial no Critical Legal Studies Movement (Coimbra, 2004), Lumen Juris, Rio de Janeiro, 2013.
LINHARES, José Manuel Aroso. Habermas e a universalidade do direito. A «reconstrução» de um modelo «estrutural»(1986)
______ A unidade dos problemas da jurisdição ou as exigências e limites de uma pragmática custo/benefício. Um diálogo com a Law & Economics Scholarship (2002)
______, O logos da juridicidade sob o fogo cruzado do ethos e do pathos. Da convergência com a literatura (law as literature, literature as law) à analogia com uma poiesis-technê de realização (law as musical and dramatic performance) (2003)
______, Autotranscendentalidade, desconstrução e responsabilidade infinita. Os enigmas de Force de loi (2004) ______, Dekonstruktion als philosophische (gegenphilosophische) Reflexion über das Recht. Betrachtungen zu Derrida (2005)
______, O dito do direito e o dizer da justiça. Diálogos com Levinas e Derrida (2006)
______, Humanitas, singularidade étnico-genealógica e universalidade cívico-territorial. O “pormenor” do Direito na “ideia” da Europa das nações: um diálogo com o narrativismo comunitarista» (2006)
______, Constelação de discursos ou sobreposição de comunidades interpretativas? A caixa negra do pensamento jurídico contemporâneo (2007)
______, A representação metanormativa do(s) discurso(s) do juiz : o “testemunho” crítico de um “diferendo”? (2007)
______, Jurisprudencialismo: uma resposta possível num tempo de pluralidade e de diferença?(20082010) ______, Os desafios-feridas da Allgemeine Rechtslehre. Um tempo de teoria do direito reconhecido (reencontrado?) pela perspectiva de outro tempo de teoria (2009)
______, Law in/asLiterature as an Alternative Humanistic Discourse: the Unavoidable Resistance to
Legal Scientific Pragmatism or The Fertile Promise of a Communitas Without Law?(2009)
______,Imaginação literária e “justiça poética”. Um discurso da “área aberta”?(2010).
MARQUES, Mario Reis. Os direitos humanos no pensamento de Norberto Bobbio. In NUNES, António José Avelãs ; CUNHA, Luís Pedro; MARTINS, Maria Inês de Oliveira, org. –Estudos em Homenagem ao Prof. Doutor Aníbal de Almeida. Coimbra : Coimbra Editora, 2012. Publ. Janeiro, 2013.
______. A dignidade humana: minimum invulnerável ou simples cláusula de estilo?.In CORREIA,
Fernando Alves ; MACHADO, Jónatas E.M. ; LOUREIRO, João Carlos, org. – Estudos em
Homenagem ao Prof. Doutor José Joaquim Gomes Canotilho: Volume 2 : Constituição e Estado: Entre Teoria e Dogmática.Coimbra : Coimbra Editora, 2012.
______. A recepção das codificações civis europeias no direito Português do trânsito dos sécs. XVIII para XIX. SOUSA, Marcelo Rebelo de, et al., org. –Estudos de Homenagem ao Prof. Doutor Jorge Miranda : Volume 6. Lisboa : Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa ; Coimbra : Coimbra Editora, 2012
______. A justiça administrativa portuguesa nos inícios do século XX». In MIRANDA, Jorge, et al., org. - Estudos em Homenagem a Miguel Galvão Teles : Volume 1.Coimbra, Almedina, 2012.
______. A dignidade humana como prius axiomático». In ANDRADE, Manuel da Costa ; ANTUNES, Maria João ; SOUSA, Susana Aires de – Estudos em Homenagem ao Prof. Doutor Jorge de Figueiredo Dias : Volume 4. Coimbra : Coimbra Editora, 2010.
______. Tempo, movimento, velocidade, aceleração: a caminho de um direito gestionário?. In DIAS, Augusto Silva, et al., org. - Liber Amicorum de José de Sousa Brito em comemoração do 70.º Aniversário: Estudos de Direito e Filosofia. Coimbra : Almedina, 2009.
______. Um olhar sobre a construção do «sujeito de direito». In, CAMPOS, Diogo Leite de – Estudos em Homenagem ao Prof. Doutor Manuel Henrique Mesquita : Volume 2. Coimbra, Coimbra Editora, 2009.
TÓPICOS DE TEORIA CRÍTICA DO DIREITO
Ementa
Tem por objetivo o estudo da Teoria Crítica do Direito articulando temas da filosofia da práxis, relacionados com a problemática da teoria da cultura, da teoria das ciências sociais, das questões étnico raciais, das relações de gênero e das políticas públicas, bem como o seu papel no desenvolvimento da cidadania, da liberdade e da igualdade.
Referências Bibliográficas
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MARX, K. Crítica da Filosofia do Direito: Introdução. Temas de Ciências Humanas. São Paulo: Editorial Grijalbo, 1972.
MARX, K. Introdução de 1857. Manuscritos econômico-filosóficos e outros textos escolhidos. São Paulo: Abril Cultural, 1974. (Os Pensadores).
SANTOS, Boaventura Sousa. Renovar a teoria crítica e reinventar a emancipação social. São Paulo: Boitempo Editorial, 2007.
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