Reitora recepciona Assistentes de Ensino de Inglês dos EUA

Sábado, 10 Março 2018 16:26 por Assessoria de Comunicação Social

Quatro profissionais estadunidenses chegaram à Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), nesta semana, para atuar como Assistentes de Ensino de Inglês (ETAs, em inglês). Eles foram recepcionados, na manhã de quinta-feira (08/03), pela reitora da UENP, Fátima Aparecida Cruz Padoan, e pelo vice-reitor, Fabiano Gonçalves Costa.

Os assistentes atuarão na UENP por meio do Programa CAPES/Fulbright de Assistente de Ensino de Língua Inglesa até o mês de novembro. Andrew Joseph Marson e Karl Eugene Schneider irão desenvolver atividades no Campus de Cornélio Procópio e Preston Thomas e Cindy Dzib Tuz, no Campus de Jacarezinho.

Os profissionais americanos irão atuar diretamente com os cursos de Letras/Inglês, auxiliando os professores das disciplinas que estão relacionadas à oralidade na língua inglesa. Por esse motivo, a permanência dos assistentes está fixada nos municípios onde há o curso de Letras, mas a atuação dos profissionais estará disponível à comunidade acadêmica dos três campi.

Quinzenalmente, os ETAs participarão de workshops temáticos itinerantes, cujos detalhes ainda estão sendo definidos. Mensalmente, serão promovidos “dias de imersão”, em que situações do dia a dia serão resolvidas utilizando a língua inglesa. Semanalmente, na reitoria, os assistentes estarão disponíveis para aulas de conversação. Elas serão realizadas às terças-feiras, das 12h30 às 13h30.

Esses eventos serão promovidos e divulgados individualmente pela Coordenadoria de Relações Internacionais (CRI) da UENP, e estarão abertos à comunidade interna. Entretanto, as vagas serão limitadas e irão respeitar a ordem de inscrição.

Segundo a reitora da UENP, Fátima Aparecida Cruz Padoan, a presença dos ETAs na Universidade trará grandes benefícios à Instituição. “Com o trabalho a ser desenvolvido pelos assistentes de ensino, teremos condições de garantir aos nossos alunos, professores e agentes universitários um contato direto com falantes nativos da língua inglesa, o que certamente contribuirá para o aperfeiçoamento do idioma”, destaca a reitoria. “Isso ajudará nos projetos de vários acadêmicos que estudam esse idioma. Auxiliará ainda nos projetos dos professores e também nos Institucionais”, finaliza.

A coordenadora do CRI, Eliane Segati Rios Registro, ressalta a riqueza da experiência de ter falantes nativos da língua inglesa próximos à comunidade. “A maioria das pessoas, mesmo as que estudam inglês, nunca sequer tiveram contato com falantes nativos. O sotaque é único e diferente. Até mesmo entre os quatro, do mesmo país, há diferenças. Será uma grande experiência para todos nós”, acentua.

Assistentes de Ensino de Inglês

Selecionadas por meio do Programa CAPES/Fulbright de Assistente de Ensino de Língua Inglesa, os profissionais americanos vêm de diversas áreas do conhecimento. Andrew Marson já era professor nos Estados Unidos e também participou de experiências educacionais na Coreia do Sul.

“Os dois países possuem diferenças e semelhanças que conseguimos conhecer e explorar e enriquecem a nossa experiência. Mas, sem dúvida, há uma grande vontade de aprender e muito interesse por parte das pessoas que já conhecemos aqui”, disse Andrew.

Cindy Tuz, da área das Comunicações, já esteve no Brasil e diz estar animada com a experiência que está por vir. “Conseguimos ver nas pessoas o entusiasmo e o interesse por nós, nossa cultura e nosso trabalho. Tudo isso faz com que tenhamos muita vontade de passar o máximo de conhecimento e experiência a todos eles”, disse.

Karl Schneider é economista e já esteve no Brasil participando de intercâmbio em Salvador e Belém. Sobre suas expectativas, destacou as especificidades do povo brasileiro. “Eu nunca estive no Sul do país, mas já pude perceber que o povo daqui é muito legal e caloroso. Por isso, eu tenho certeza de que teremos grandes experiências de aprendizado mútuo pela frente”, ressalta.

O antropólogo Preston Thomas, por sua vez, nunca havia estado na América do Sul. Thomas, que trabalha com educação sem fins lucrativos, destaca que as experiências devem acrescentar muito para sua vivência profissional e para o conhecimento da comunidade. “É evidente a grande vontade que todos têm de aprender conosco e também nos ensinar. Tanto em minha residência temporária, como na Universidade, fomos extremamente bem recebidos”, conta.

Em novembro, os quatro ETAs, que estão na UENP, retornarão aos Estados Unidos e, em março de 2019, quatro novos assistentes irão chegar à Universidade para atuar durante o ano seguinte.

 

Última modificação: Quinta, 15 Março 2018 10:21
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